Segunda-feira, 18 de Julho de 2005

Quando o mar e o Céu são um todo.

 


Gaivotas junto ao mar, ondas embalando conchas, corpos desnudados entregando-se. Um beijo no horizonte voa a beira-mar. Soltam-se vozes. Barcos em alto mar, adeus longinquo. Mãos acenando. Passos marcados na areia molhada, castelos de areia a onda leva. O azul do Céu misturando-se com o azul do mar, num todo, como um só corpo, uma só alma, unidos...


Rendem-se os sentidos.


Quando o mar e o Céu são um todo, uma só tela, um só amor. Um avião corta o Céu, o mar deleita-se, alberga inúmeros corpos. Inúmeras vidas. Uma ligação interminável, infindável, um sentimento recíproco? Respostas no fundo do mar, imensos mistérios, noites e dias consumidos pelas ondas que apaixonadamente beijam a areia molhada. Junto ao mar o Céu parece tão perto, como que magia do beijo da natureza torna o mar e o Céu num todo.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:29
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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