Terça-feira, 5 de Julho de 2005

O verso de amor que deixei no teu olhar...

 

As horas passam, cessam os momentos. Refúgio incerto, procuro. Encontro no teu olhar o verso de amor que á muito perdi.

Distante, mas presente. Vivo e único. Um verso de amor vive de cada vez que abres os olhos para o mundo.

Eterno, no calor da tua mortalidade, simplicidade, paira ao teu redor o que disse um dia o meu coração em nome de uma frase de amor.

O Tempo fora cruel. Apagou da memória o verso de amor que deixei no teu olhar.

O Tempo, levou o que nunca ofereci e deu-me o que nunca pedi.

 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:06
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6 comentários:
De Anónimo a 9 de Julho de 2005 às 18:54
Está magnifico o texto... mas fica sempre algo em nós, mesmo quando os caminhos se dispersam, acredita... um beijinho grandeAran_aran
(http://capricornioemim.blogs.sapo.pt/)
(mailto:aran_aran@sapo.pt)


De Anónimo a 6 de Julho de 2005 às 09:38
Passei por aqui, e tenho de te dar os parabens. Está muito bonito, continua sempre e nunca desistas nem do tempo nem do amor.
BeijoLuana
</a>
(mailto:benvindacastro@mail.telepac.pt)


De Anónimo a 6 de Julho de 2005 às 09:35
O tempo não é nosso, foi-nos simplesmente emprestado!!
Bonito, sempre ao teu estilo. Gostei
PiPi
</a>
(mailto:piedadesol@netmadeira.com)


De Anónimo a 6 de Julho de 2005 às 08:37
O tempo...por vezes é ingrato, tira-nos aquilo que mais desejamos, mas no caminho ficam sempre as marcas por onde passamos e essas o tempo não consegue apagar. Vivemos, nos detivemos, amamos e isso é impossivel o tempo apagar. Pode vir outro tempo, diferente, sim, mas que nos obriga a avançar e nessa caminhada quem sabe outro amor possamos encontrar que nos chega de mansinho e sem avisar. Beijinhos :))sylpha
(http://almanua.blogs.sapo.pt)
(mailto:sylpha@sapo.pt)


De Anónimo a 5 de Julho de 2005 às 18:46
O tempo tanta vez trocas as voltas ao coração...
O amor permanece... Mas quem disse que só se amava uma vez?
Mas quem sou eu para falar disto? Vivo de inspirações momentâneas, de impulsos repentinos... Mas sinto, sei, que o Amor existe... que o Amor virá... *Lost in Space
(http://www.rainhadovazio.blogspot.com)
(mailto:helenaetrusca@msn.com)


De Anónimo a 5 de Julho de 2005 às 17:37
Encontro sempre, no vaguear errante, a beleza das palavras. Deste canto farei coro e para este canto voltareialexandre
(http://ascartasperdidas.blogspot.com)
(mailto:abentodesousa@hotmail.com)


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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