Sexta-feira, 1 de Julho de 2005

Não tenho nada.

Não tenho nada,


dei o corpo aos sentidos


dei o coração ao amor


a vida a Deus


Dei tudo de mim, não tenho nada


sou um nada,


resta o nada em mim.


Não tenho nada, levaram-me


tudo, tudo o que


um dia me deixaram.


 


 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 11:52
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8 comentários:
De Anónimo a 3 de Julho de 2005 às 17:02
Tens-te a ti, tens as tuas palavras. Continua sempre!Lost in Space
(http://www.rainhadovazio.blogspot.com)
(mailto:helenaetrusca@msn.com)


De Anónimo a 2 de Julho de 2005 às 23:53
Ai tens, tens...ainda te resta a tua alma, só precisa de ser renovada . Não te arrependas do que deste, lamenta apenas quem não soube apreciar o que ofereceste. Beijo enorme :))sylpha
(http://almanua.blogs.sapo.pt)
(mailto:sylpha@sapo.pt)


De Anónimo a 2 de Julho de 2005 às 21:35
Na vida temos momentos assim, em que tudo damos, abdicamos de tudo em prol de algo ou alguem. Nesse momento terminal, em que o nada é tudo, é altura do renascimento, de abraçarmos o futuro sem medosDouble S
(http://osdiasquepassam.blogspot.com/)
(mailto:double.s@mail.pt)


De Anónimo a 2 de Julho de 2005 às 16:29
Tens, sim!

Tens-te a ti!! :)AmigaTeatro
(http://mundoajanela.blogspot.com)
(mailto:amiga_teatro@hotmail.com)


De Anónimo a 2 de Julho de 2005 às 00:57
"... a vida a Deus..." É a eterna questão do simulado adeus ainda que não acreditemos em Deus. Gostei muito do poema.
.


Miguel
(http://vertentespoesia.blogspot.com/)
(mailto:as1140188@sapo.pt)


De Anónimo a 2 de Julho de 2005 às 00:29
Esse "nada" tende a preencher-se com toda a riqueza da tua alma.Dora
(http://www.atrasdaporta.blogs.sapo.pt)
(mailto:a_dora@sapo.pt)


De Anónimo a 2 de Julho de 2005 às 00:27
E assim começa a busca para voltar a ter tudo de novo! Bjs e bom fim de semanacuriosa paixao
(http://curiosapaixao.blogs.sapo.pt/)
(mailto:curiosa-paixao@sapo.pt)


De Rui a 25 de Março de 2007 às 22:19
Muito bom o poema! Esta altamente :) Continua!


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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