Terça-feira, 27 de Julho de 2004

Tu...


Quando sorris as pétalas invejam, os anjos deliram, a lua esconde-se com vergonha, todas as estrelas brilham mais.
Quando falas o veludo dos teus lábios encanta o prazer dos deuses, acordam os santos do amor. A minha alma morta, acorda para a vida. Ainda bem que eu existo para te ver a sorrir.
Quando choras, as tuas lágrimas beijam-te o rosto, quem me dera ser as tuas lágrimas, o bater do teu coração.
Quando andas poemas de amor acompanham-te o passo, são frases que levam a magia de todas as deusas… Eu sou escravo dos teus olhos, de cada gesto teu, de cada frase tua e ainda bem que existes para enfeitares o mundo do amor…

publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:16
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Segunda-feira, 26 de Julho de 2004

Se eu fosse poeta...

Se eu fosse poeta faria poemas de amor com as linhas do teu corpo. Diria que o luar volta sempre a terra para iluminar o teu olhar.
Se eu fosse poeta tu serias a minha musa inspiradora, fonte do meu desejo, loucura que me cativa e revira a alma. Serias o meu mistério, o meu segredo escondido guardado nos meus versos de amor.
Se eu fosse poeta todos os meus poemas de amor teriam o teu nome. As vírgulas, os pontos seriam os teus gestos, os parágrafos seriam o recomeço, o princípio de um novo poema de amor.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 10:35
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O lugar do amor...

O lugar do amor... O meu espaço, o teu espaço. Como num momento de magia oiço-te no teu silêncio, a magia do amor, oiço a tua voz neste espaço, neste lugar aonde cai a tua essência.
Deixa-te ficar neste lugar que é teu...

publicado por Ejamour de Carvalhais às 10:06
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Anjo...




Voar e cortar o Céu...
Voar e amar a Vida...
Voar nas asas do amor...
Como um anjo perdido por amor.
Aonde estou? Quem Sou? Quem fui? Quem irei ser?
Leva-me para o rio do amor, águas beijam a minha alma.
Voa, anjo do amor, voa dentro da minha vida...

publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:54
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Amor silencioso.

Uma vela acesa, quatro paredes, sonhos e amor desenhados nas paredes. Dois corpos, juntos fazendo um... Pétalas cobrindo os corpos, lençoís espalhados no chão. Luar lá fora brilhando junto as janelas. Sombras de corpos, de árvores, de gatos miando, procurando amor?
Dois corpos fazendo um, trocando juras de amor, dois corpos, uma só alma voando abraçadas ao amor, ao desejo. Detalhes de veludo retratados nas quatro paredes, voa o desejo, o momento é de poema em movimento, a chama que arde é paixão que devora as almas.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 08:40
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Sábado, 24 de Julho de 2004

Tempo Esquecido.

Esquecemo-nos de nós e dos outros, dos que vivem ao virar da esquina. Esquecemo-nos correndo com o Tempo entre o deserto e a terra. Na azáfama do nosso quotidiano, esquecemo-nos de dar tempo ao tempo, de dar tempo aos outros, do nosso tempo.
Um tempo para os outros, um tempo para nós, para as vidas que compõem as nossas vidas. Um tempo que foge sempre ao sabor do vento.
Muitas vidas conhecemos no tempo das nossas vidas. Algumas completam-nos, outras fogem-nos e entregamo-nos ao vazio inesperado e por falta de tempo, julgamo-nos incapazes de abraçarmos decisões e seguir em frente.
Há sempre falta de tempo quando pensamos com a razão e nos esquecemos da compreensão, ou quando o coração se remete a um silêncio perpétuo.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:55
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Sexta-feira, 23 de Julho de 2004

Adamastor do Amor.

Quem me dera ser o monstro Adamastor, o de hoje, o de ontem e o de sempre. Quem me dera, igualmente, poder ter um grito de monstro para poder chamar aqueles que o meu coração conheceu mas perderam o sopro da vida.
O monstro chora, sorri, fala de amor e está disposto a amar, guarda poemas, versos de amor, cartas apaixonadas dentro do corpo de monstro que mostra. Está só, vive embriagado com o tempo da mudança que nunca mais chega, pétalas acariciam a solidão sentida mas não sente a dor do abandono porque o amor é mais forte que a solidão…
O monstro tem medo que o luar deixe de brilhar, que as andorinhas deixem de piar, que o Céu deixe de ser azul tem medo de não ser amado, mas não tem medo de ser o monstro do amor, o de hoje, o de ontem e o de sempre.
O monstro é monstro quando não ama, quando não sente o suspiro do amor, o doce delírio do beijo desejado, e apenas procura olhar para além do exterior para encontrar e desejar uma história de amor como a bela e o monstro.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:06
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Aceitação.

Falar de ti a minha alma, olhar-te e não puder dizer nada. Lírios tímidos, envergonhados pela diferença, vivem dentro de mim. Respostas procuro para compreender a minha diferença. São amores que me fogem como a areia seca na palma da mão.
Invades-me com o teu olhar, sinto-me como um livro esquecido na estante de uma biblioteca. Tu nunca abriste a estante da minha alma. Tens medo da minha diferença. Para conviver com as diferenças é preciso tempo. Não se convive de olhos e coração fechados recusando a aceitar as diferenças ao nosso lado. Se assim o fizermos a desilusão envelhecerá o nosso coração.
Eu sou diferente de ti em todos os sentidos, até no amor. Pois quando falo de amor o pânico apodera-se de ti, o teu doce olhar perde-se, susténs a respiração, recuas porque não sabes o que é amar. Amar não é apenas dizer a palavra “amo-te” é mais do que isso, é a aceitação das diferenças.
A quem me amar peço-te que me aceite como sou, com todas as minhas diferenças, feitios e defeitos, virtudes cegas e mudas. Ainda que eu seja filho da cor do crepúsculo, dos dias cinzentos de Inverno das manhas lentas e tristes. Ainda que eu seja um nada aos olhos dos deuses, convive com as minhas diferenças.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:56
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Triste...

Triste noite que não te tenho, triste porque as lágrimas beijam-me o rosto e perguntam por ti, nesta noite em que o luar escreve poemas de amor no teu olhar.
Triste sina a minha, esse desaconchego sem te ter, aonde o amor espera nós. O amor não tem pressa, abre-se para a vida como as rosas de Maio, mas tu pareces ausente, distante de mim.
Triste vida a minha, triste porque o teu amor escondes de mim. O teu simples amor que me poderia cativar a vida com toda a sua simplicidade.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:54
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Abre o coração.

Épico será o amor que tenho por ti mas em troca me devolves o desprazer, tens medo da voz do amor? Tens medo do silêncio do amor? Então ouve nesta noite sincera em que todas as minhas palavras trazem o veludo da verdadeira essência do amor. Senta-te junto a minha alma... A minha alma que voa nas estradas aonde o amor passeia de olhos fechados. Simples será a minha maneira de amar, porque não passo de um simples mortal que te quer junto a mim, por isso ouve a voz do amor que sai de dentro de mim dizendo
abre o coração para seres amada...

publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:53
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O que sei de mim.

Tudo o que sei de mim está em ti, dentro da tua essência é por isso que me perco porque não te encontro. Tudo o que sei de mim busco no olhar do luar, busco nas noites lentas e tristes... Oh Deus como sou triste quando não amo, pareço o triste olhar do amor. Tudo o que sei de mim, encontro nas linhas do teu corpo, quando passas por mim de olhos fechados e teu coração fecha-se para o meu amor, então choro... Minhas lágrimas trazem o teu nome.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:48
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É crime???

O vento sopra as minhas palavras de amor junto ao teu ouvido não sei se ouves o vento. Durante a noite escrevo poemas de amor nos sorrisos das estrelas não sei se lês... E quando tento estar ao pé de ti, tu foges de mim como se eu fosse 1 criminoso... O vento sopra as minhas palavras de amor junto ao teu ouvido não sei se ouves o vento. Durante a noite escrevo poemas de amor nos sorrisos das estrelas não sei se lês... E quando tento estar ao pé de ti, tu foges de mim como se eu fosse um criminoso... O único crime que cometo é amar-te, será crime?

publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:47
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Digo-te.

Digo-te que te amo, digo-te quem sou, quem fui e quem espero ser na tua vida, ouves-me no teu silêncio.
Digo-te que te quero junto a mim aonde eu te espero impacientemente. Falo-te, dos meus sonhos, dos desejos, das minhas horas, minutos, segundos, momentos e lugares que eu repetidamente penso em ti.
Falo-te das noites que desejo estar contigo, inúmeras noites, dias, que não têm fim, até mesmo quando fecho os olhos, a tua imagem perdura dentro de mim e então pergunto-me quem és tu, que me levas ao além e me trazes de volta a mim…


publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:40
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Não te vejo...

Falo contigo mas não te vejo o rosto não te vejo os gestos, não te oiço a voz, não sinto o teu cheiro o veludo do teu corpo. Não te vejo a cor dos teus olhos, do teu cabelo.
Falo contigo e sinto que algo paira ao meu redor, cativando os meus sentidos abrindo-me a vida para o amor.
Falo contigo e não te vejo o sorriso, o teu doce sorriso, mas imagino quando sorris o luar esconde-se envergonhado.
Falo contigo e sinto-te a minha maneira e na minha simplicidade eu digo-te o que sinto por ti. Mesmo sem te conhecer, sem nunca te ter visto, o meu coração chama por ti para abraçares a minha vida tentando fazê-la feliz.
E quando cai a noite...





Eu estou junto a beira-mar, sentado, olhando a imensidão do mar, oiço a voz do mar, a voz das conchas, o luar logo ali iluminando o mar, então penso em ti. Penso como seria se estivesses sentada ao meu lado ouvindo a voz do mar dizendo que te amo, sim o mar conta-te os meus segredos. Basta abrires o coração para ouvires o meu amor batendo a porta da tua vida.
Cai a noite e faço castelos e corações de areia, escrevo o teu nome na areia molhada, as ondas beijam o teu nome como se eu estivesse a beijar-te, tal é a paixão…
Cai a noite abraçando o meu corpo a beira-mar. Estou só mas desejando o teu toque, o teu cheiro de deusa, sublime encanto que me cativa e alimenta o meu desejo. Despeço-me do mar, olhando o luar, mas antes escrevo uma frase na areia molhada que diz: Eu amo-te.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:38
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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