Quinta-feira, 30 de Setembro de 2004

Condição Humana.


Falar de amor, sentir o capricho do luar no coração, beijar a lua com os olhos, uma frase que se solta, um adeus que perdura na memória.
Sensações invade-me, minha alma junto ao luar voa. Voa para a vida, para os sonhos que não se perdem.
Falar de amor e ser condenado por isso??? Que me enforquem por defender o amor, mas deixem-me amar quem a minha alma escolher. Eu sou um simples mortal, essência da natureza, fruto de dois corpos, de duas almas que se amaram, é esta a minha condição humana.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:36
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Quarta-feira, 29 de Setembro de 2004

Falei de ti ao meu coração, gritei o teu nome vezes sem conta, procurei por mim para te encontrar até o dia em que o meu olhar cruzou com o triste olhar do amor.

Sentado debaixo de duas árvores, um corpo, uma vida, lavada em lágrimas, aqui e ali, junto as árvores despidas pelo o vento frio de Inverno, voz despindo a noite, beijando estrelas cadentes, desejos pedidos, quantos foram feitos alguns em nome do amor como dois amantes apaixonados.
É noite de luar, gatos ao relento miando junto a sombra de um corpo sem nome, sem o verdadeiro sorriso do amor.
O amor deixa de mostrar a verdadeira essência quando um coração ama em vão… O corpo deixa de ter a afirmação completa, é como tirar uma asa de uma borboleta, perde por completo todo o encanto... Fecha os olhos e deixa de voar por amor as flores.
No amor, os dias, as horas pertencem a um só momento. A noite parece ter outro sentido, os ponteiros dos relógios ganham outra velocidade. Quando verdadeiramente se ama alguém, as asas dos anjos são as nossas asas. Voamos interminavelmente abraçados aos sonhos, aos planos, aos desejos. A rota do amor torna-se apenas uma, somente única em todo seu sentido. Todos os caprichos, detalhes são minúsculos quando a certeza do verdadeiro amor sobrepõem ao querer.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 16:09
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Terça-feira, 21 de Setembro de 2004

Acordei de um sonho.

Acordei de um sonho… De um sonho em que o meu corpo e o teu eram apenas um corpo. Que o meu coração e o teu eram apenas um só coração e amava-mos o mesmo amor… O nosso amor.
Acordei de um sonho… Simples, sem a tua essência, o veludo do teu olhar, o palpitar do teu coração. Acordei com as minhas lágrimas… Que te ofereço porque tu não estás comigo.
No sonho tu estavas ao meu lado mas quando abri os meus tristes olhos castanhos, já não estavas. Acordei de um sonho triste, triste é a realidade, porque tu não estas aonde estiveste nos sonhos… Junto a mim.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 11:47
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Sexta-feira, 17 de Setembro de 2004

...

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Perder as asas... As asas do amor... Perder o Tempo, os sonhos, a lua aqui tão perto...
Perder o que encontrei de mim em ti... Leva-me aonde o amor espera por nós...

publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:01
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Sábado, 11 de Setembro de 2004

Dei de mim.

Eu já perdi o Céu por ti. Perdi o mar. Perdi-me por ti, para me encontrar...
Eu chorei as minhas lágrimas por ti. Correram no meu rosto como o rio que corre cheio de pressa por causa do beijo do mar.
Eu já cantei serenatas de amor no ouvido do luar para ti... Todos os acordes tinham o teu nome.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:27
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!!!

Uma imagem a tua... Leva-me para aonde eu quero ir, o lugar dos sonhos, és a fogueira que arde dentro de mim, és o lume, eu a lenha que se deixa devorar. Quem me dera....
Um sorriso, um olhar, o teu, dou tudo de mim a ti... E em troca me dás o medo... Medo de me amar, então choro, minhas lágrimas trazem o teu nome
És o vento que me beija o rosto e me diz palavras incertas ao ouvido, és a chuva eu o chão, quem me dera cairias sob mim.
Um corpo, o teu, uma tela pintada por amor, que musa, que perdição minha, gestos retratados nos poemas de amor, tua voz de veludo que adormece em cima das nuvens. Foge-me os sentidos quando o meu olhar cruza com o teu e quando uma estrela cadente corta o Céu o meu desejo é ter-te ao meu lado…

publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:25
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Quarta-feira, 8 de Setembro de 2004

Perfeição...

Na areia molhada, passos marcados, como que procurando escolher a qualidade da areia ou o prazer de o mar beijar os pés.
Hoje estou aqui, amanhã não sei aonde irei... Pois assim como as borboletas buscam o néctar, nós procuramos igualmente algo melhor. Escolher a estrada onde a minha sombra quer viver, escolher o tempo, as amizades, os amores. Deixo antes o coração falar. Antes acordava suspirava amor, hoje acordo e suspiro lágrimas.
Todos nós tentamos escolher o melhor, pois a qualidade é a aproximação da perfeição. Mas há quem, por razões óbvias não se pode dar ao luxo de escolher a qualidade. Nas terras onde as mãos humanas semeiam o ódio, a destruição prevalece, a fome é uma constante.
Vidas inocentes perdem-se sem o direito de escolher a qualidade de viver...

publicado por Ejamour de Carvalhais às 11:54
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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