Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2005

As frases que li.

Um poema solto, entregue ao vento.


Mágico o sentir entregue as palavras, devorando sentimentos, um retrato dentro de um livro. Um olhar... Um doce olhar.


Palavras, imensas palavras trazem o sentir sem nome. Pranto abraça-me nesta noite de sonhos.


Entregas as palavras juntamente com o amor? Ou fechas as portas da alma e do amor?


Imensas frases adormecem no teu profundo olhar, fazendo-o brilhar como as estrelas numa noite luar.


Quem sou para ti? Quem sou para mim? Respostas procuro no teu mais simples gesto. 


Não feches as frases, solta-as. Não feches a vida, abre-a. 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 10:16
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Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2005

Amanhecer assim...

Amanheço com o teu suspiro, rasgo as vestes da dor. Não sei aonde estas nem aonde foste, mas amanheço contigo dentro de mim. Um grito mudo, olhos vendados secos de lágrimas.


Amanheço, estrelas ainda no Céu num adeus silencioso. Passáros voando. Igualmente minha alma. Saindo do meu corpo num lugar que nunca foi meu, foi de outros corpos e de outras almas. Amanheço, soluçando uma dor que não é a minha, uma lágrima como o beijo da chuva.


Grito no meu silêncio, grito no meio de uma multidão, alguém me ouve? Alguém me tem? Quem? Quem não sinto...


Amanheço apenas com o meu corpo, porque á muito que a minha alma saiu de mim...


publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:30
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Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2005

Vejo-te aqui dentro.

Vejo-te assim, despida de preconceitos.


Vejo-te abraçada ao calor do meu corpo... Mas entregaste com medo da dor que te consome a alma.


Vejo-te aqui dentro, pernoitando com todos os teus desejos. Vejo-te ali, aonde o luar adormece...


Vejo-te no lugar dos anjos. Nos poemas que encantam folhas brancas.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 10:38
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Até que chegue o Tempo...

mar.jpg 


Estranha forma de silêncio... Estranha forma de dizer as palavras com os gestos. Concede-me o tempo da imortalidade para saber até aonde chega a idade do amor, sem dor. Uma história, no livro da tua vida, sobra-me o tempo que nunca me pertence.


Olha as minhas lágrimas... Olha dentro da minha alma...


Estranhos passos na areia molhada, desencontros de vidas, de amores e esperanças. Olha o crespúculo sorrindo ao luar, olha o meu sorriso perdido algures, restam-me os sentidos, rendidos na tua estranha forma de estar na vida. Mas vives e sobrevives o que te tenta destruir.


A solidão também fala. Fala de dor, de ausência e vazio. Simplesmente abre o coração não te feches aonde o amor não te pode encontrar. Eís um pouco da tua essência. 


 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:39
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Quinta-feira, 3 de Fevereiro de 2005

...

abraça-me.jpg 

Abraça-me...


Esconde-me...


Aperta-me contra ti e não me deixes voar sem o coração...


Fala-me de amor em todas as noites que me sentes junto a ti.


Abraça-me, como o mar quando abraça a areia molhada, acariciando as conchas.  


Abraça-me, junta teus lábios aos meus... Dá-me vida, dá-me o sabor de ti. Dá-me tudo de ti sem pedir.  


Abraça-me com todas as forças da tua alma.


Abraça-me sem te pedir e eu nunca perderei a rota do amor.   


publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:20
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Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2005

Até um dia...

Juntos ao cair da noite


Foge-me os sentidos, sentimentos que te pertencem.


Caem estrelas cadentes, enfeitiçando, espalhando luz, serão lágrimas do luar?


Quem eu sou? Apenas eu sei... Quem tu es? Anjos do amor sabem-no...


publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:44
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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