Sexta-feira, 29 de Julho de 2005

Não sei se sentes...

Sopro as palavras na voz do vento


não sei se ouves o meu lamento.


A minha triste sina, o meu desejo incontrolável a


minha dor insuportável...


Não sei se sentes.


Tudo o que tenho de mim a ti entrego. Adeus anjo


que me protege... Um dia nos voltaremos


encontrar... No lugar do amor.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:28
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Quarta-feira, 27 de Julho de 2005

Um dia...

Um dia, há muitos anos atrás... A minha mãe fez anos, eu

não tinha nada para lhe oferecer... Ofereci um

poema a minha mãe guardou as lágrimas no coração.

Desde essa altura nunca mais parei de escrever.

Tenho por natureza falar pouco, falo com a escrita.

É o meu refúgio, aonde me escondo e aonde me

mostro.

Neste espaço que criei (Nas asas do Amor) mostro a

minha alma, mostro quem sou, quem sempre fui. Não

me lembro desde que escrevo que tenha sido

diferente.

Já amei, não sei se algum dia me amaram...

Já chorei as lágrimas dos outros, ainda tenho

chorado.

Já fui criança hoje sou um homem.

Já cantei serenatas de amor, já ofereci poemas e

pétalas.

Um pouco de mim. Não costumo falar de mim, nunca

soube, prefiro dizer o que dizem de mim:

Dizem que sou romântico, sou muito amigo das

pessoas, de tudo o que me rodeia, aceito quem quer

que seja independemente da raça, religião, credo,

somos todos humanos e a vida humana merece o

respeito.

Dizem que sou imperfeito e aceito com toda a

certeza. Dizem que sou mortal, nunca desejei a

imortalidade. Dizem que perco muito por ser

reservado. Dizem que me dou ao amor sem medo e

receio, dizem que quando amo... Amo mesmo.

Dizem que escrevo e eu respondo que sou apenas um

aprendiz.

Costumo dizer que:

Escrevo o que a minha alma me diz ao ouvido...

 

A todos que me têm visitado agradeço profundamente

os comentários que deixam nesse canto aonde a minha ALMA

dá-se a conhecer.

Parabéns... Nas Asas do Amor.

Jamour


publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:13
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Terça-feira, 26 de Julho de 2005

Um poema dentro de mim.

 


Abro o coração, dentro de mim um poema de amor dedicado a ti. Mostro o voou da minha alma procurando tua alma para juntas lerem o poema de amor que encontrei no teu olhar e guardei-o. Um rio de amor percorre dentro de mim. Longa é a caminhada do rio. Certo e incerto como a queda da chuva. Mágico o poema que sobrevive nas paredes da minha alma.


Um poema de amor dentro de mim, flores de espinhos, galhos quebrados, sonhos vencidos. Arco-íris enfeitando o Céu da minha vida. Brotam-se, sementes lançadas no caminho das estrelas, no brilho intenso de uma vida que se abre para a própria vida. Chama ardente devorando o mundo dos desejos, reviram os sentidos. Esse encanto é dos deuses.


Um poema sem voz.


Um poema sem mim. 


Um poema sem nome, com o rosto de um sonho, um sonho que ainda não sonhei.


Permanece um poema dentro de mim.


 


 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:08
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Sexta-feira, 22 de Julho de 2005

Uma palavra especial.

As palavras não me pertencem. Nunca as tive nas mãos, nunca as saboreei, mas senti-as nas composições da escola primária, dos lápis gastos, das letras desenhadas meticulosamente. Ainda sinto-as... Os cadernos debaixo do braço, nomes e frases de amigos que alguns o Tempo me levou, a vida deu lugar a morte. Das lágrimas que perdi para saber escrever uma simples frase. Confesso que a palavra mais fácil que aprendi a escrever foi a palavra amor. Nunca escondi o facto que viver consoante essa palavra que sempre me deliciou, fez-me, faz-me e fará sonhar de olhos abertos. Vi inúmeras vezes os olhos da morte, mas sempre me mantive ligado a palavra amor. Encanta-me o som que essa palavra possui ao ser pronunciada.


Mesmo quando dizemos num momento de cólera.


Mesmo quando dizemos em lágrimas.


Mesmo quando dizemos no nosso mais íntimo. Tem um sabor especial esta palavra de veludo.


As palavras sempre voaram na minha imaginação, sempre me cativou desfolhar um livro e perder-me nas folhas brancas, nas poesias escritas no quadro a giz. As cópias e os rascunhos, o pensar e o sentir, unidos como um todo.  


A palavra amor voa na imaginação, sente-se no coração e permanece fiel aos desígnios do destino.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:34
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Quarta-feira, 20 de Julho de 2005

Para não chorar o vazio.

Vidas de outras vidas passaram, 


pela minha vida,


partiram para outros lugares


ficou a saudade


noites e dias que inventei a felicidade


para não chorar o vazio.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 13:42
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Terça-feira, 19 de Julho de 2005

Somebody feel me.

 

Deixa-me tratar-te como uma pétala, sentir-te como


o banho no mar, areia molhada nos pés.


Deixa-me escrever nos teus olhos a poesia do luar


fazer da tua alma uma história de amor.


Perder-me em ti nas profundezas do teu ser.


Dá-me o teu corpo, entrega-te sem receio e eu farei


de ti uma tela de amor.


Como o fogo que arde sem cessar


sente-me


sinto-te.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 17:26
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Segunda-feira, 18 de Julho de 2005

Mulher

despida012.jpg


(Imagem retirada da net)


Não te posso dar o Céu e a terra, não me pertencem... Não te posso levar ao paraíso não sei o caminho, nunca o soube.


Posso dar-te o meu lugar (coração)... Ainda que eu esteja derrotado, magoado com a vida.


Posso fazer da minha sombra a tua sombra...


Posso fazer de mim, tu... Não posso nem devo ser o que nunca desejei ser. Serei eu apenas eu. Aceitar-mos como somos é uma virtude que nunca devemos perder.


Não posso ser perfeito, serei imperfeito assim como os dias são dias, as noites são noites. Todas as provas de amor serão insuficientes para dizer que o meu amor existe, porque quando realmente se ama alguém ama-se, assim é o amor.


Posso ser o chão quando caires. O conforto, a doce ternura. Um abraço sentido. E quando eu não me encontrar tu serás o meu abrigo certo. Uma verdadeira mulher o sabe... Senti-o.


Não posso ignorar os teus ideiais, devo aceitar as tuas decisões, emoções, a realidade que te abraça a vida, os momentos que fazem de ti única na simplicidade do teu querer. És mulher, ser frágil como cristal. 


Posso proteger-te com as minhas asas de amor.  Não te posso iludir, iria ferir nossos sentimentos. Não te posso dar as estrelas, mas posso enfeitar o teu olhar com felicidade. Ninguém é de ninguém, tu serás tu eu serei eu e ambos teremos a chave do nosso amor.


Quando te isolares eu serei o conforto. Nos dias cinzentos um quadro de amor completará os nossos momentos. Uma mulher não é verdadeiramente mulher quando não souber valorizar o verdadeiro amor de um homem. Um homem não é verdadeiramente homem quando não souber respeitar uma mulher.


Valorizá-la em toda a sua essência.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:11
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Quando o mar e o Céu são um todo.

 


Gaivotas junto ao mar, ondas embalando conchas, corpos desnudados entregando-se. Um beijo no horizonte voa a beira-mar. Soltam-se vozes. Barcos em alto mar, adeus longinquo. Mãos acenando. Passos marcados na areia molhada, castelos de areia a onda leva. O azul do Céu misturando-se com o azul do mar, num todo, como um só corpo, uma só alma, unidos...


Rendem-se os sentidos.


Quando o mar e o Céu são um todo, uma só tela, um só amor. Um avião corta o Céu, o mar deleita-se, alberga inúmeros corpos. Inúmeras vidas. Uma ligação interminável, infindável, um sentimento recíproco? Respostas no fundo do mar, imensos mistérios, noites e dias consumidos pelas ondas que apaixonadamente beijam a areia molhada. Junto ao mar o Céu parece tão perto, como que magia do beijo da natureza torna o mar e o Céu num todo.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:29
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Sexta-feira, 15 de Julho de 2005

Lágrimas do coração.

 


Lágrimas escorrendo pelo o rosto, salgadas, beijando os lábios, o aperto no coração, uma dor sem palavras, vazio abraçando a alma. Ninguém te diz quem és se nunca te procurares... Inúmeras perguntas no silêncio das respostas. Aprocura de uma certeza encontra-se por vezes a incerteza do sentir... Reside o incógnito. As memórias como um cofre guardam o que um dia fez sorrir a alma. Lágrimas do amor tanto podem ser de felicidade  como de dor, perda, rendição do vazio.


Quando dois corpos, duas almas separam-se, restando ainda algum sentimento forte de um dos corpos(alma) a dor do fim tem o nome de eternidade até que outro amor volte a beijar a alma suavizando a dor do coração.


 



Quando se perde o sabor do amor...
O coração alimenta a dor. Um punhal
trespassando, um grito mudo.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 16:29
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Quarta-feira, 13 de Julho de 2005

Esta noite...

Esta noite perdi a sombra do corpo num poema


incompleto


perdi-a na sombra do luar. No olhar de uma deusa.


Esta noite emprestei a voz a um corvo em busca do


seu amor.


Na beleza de um voou as asas abrem-se como que


dizendo: Vem que te quero abraçar... 


Esta noite sou um ser incompleto.


Uma folha de papel que


se perde nas asas do vento.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:17
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O silêncio da alma.

 


Neste silêncio que me refugio digo-te do mais profundo de mim, o que não digo por palavras, o não digo em sonhos. Digo-te no meu silêncio que esse amor que me sustenta será teu. Que essas frases que me abraçam a alma no silêncio vago e acolhedor são tuas, na minha mais completa perdição. A minha alma voa no silêncio da minha vida nesse casulo que me pertence. Não sei falar de amor, nunca soube, não sei se algum dia a minha alma o saberá.


Distante de mim, minha essência será o veludo da minha alma, neste silêncio que me conforta, que é tão somente meu, alimento certo dos meus sentires. Na rendição das palavras que te ofereço, nunca saberei se um dia eu serei teu, tu serás minha, afinal aonde estás? Essa busca no silêncio da alma faz-me acreditar que a esperança vive nas asas da alma.


Por isso... Chhiu silêncio, aonde estou? Que não me encontro. Aonde estou que não sei de mim.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:01
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Quinta-feira, 7 de Julho de 2005

A voz de um anjo.

Entrego-te as minhas asas,


para que voes até ao Céu


Esperam-te poemas de amor,


versos que fiz em teu nome.


Voa junto as estrelas. Toca em cada uma,


encontrarás a chave do amor que te ama.


Entrego-te as minhas asas,


para passeares nos jardins que têm


flores com o teu rosto.


Não fujas... Pega as asas e voa.


Lé os poemas que te ofereci.


As lágrimas com o teu nome.

Eu estarei junto a

ti...


Sempre que sentires o sopro do amor no teu coração.



publicado por Ejamour de Carvalhais às 17:29
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Quarta-feira, 6 de Julho de 2005

Prisioneiro...

... Caiu uma lágrima no chão. No veludo de um olhar a dor da alma. O desespero do vazio não nos traz conforto pelo contrário, retira-nos as defesas... O vento secou as lágrimas do rosto, despiu uma árvore, afungentou as andorinhas que beijavam o Céu azul. Ninhos espalhados no chão. Olhares perplexos, pelo grito de um corpo que se perdeu do próprio corpo. Prisioneiro de si mesmo. Acorrentado pelo que fazia sorrir o coração.


Caiu a máscara que usas... O olhar de uma pétala no reflexo de um espelho. O sabor amargo de um adeus, o silêncio mora ao lado da solidão. Refém, como quebra-mar, como terra que abre os braços esperando chuva. Solta-se abrigo incerto, inconstante como um dia de aguaceiros.


 


 


 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 17:06
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Terça-feira, 5 de Julho de 2005

O verso de amor que deixei no teu olhar...

 

As horas passam, cessam os momentos. Refúgio incerto, procuro. Encontro no teu olhar o verso de amor que á muito perdi.

Distante, mas presente. Vivo e único. Um verso de amor vive de cada vez que abres os olhos para o mundo.

Eterno, no calor da tua mortalidade, simplicidade, paira ao teu redor o que disse um dia o meu coração em nome de uma frase de amor.

O Tempo fora cruel. Apagou da memória o verso de amor que deixei no teu olhar.

O Tempo, levou o que nunca ofereci e deu-me o que nunca pedi.

 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:06
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Sexta-feira, 1 de Julho de 2005

Não tenho nada.

Não tenho nada,


dei o corpo aos sentidos


dei o coração ao amor


a vida a Deus


Dei tudo de mim, não tenho nada


sou um nada,


resta o nada em mim.


Não tenho nada, levaram-me


tudo, tudo o que


um dia me deixaram.


 


 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 11:52
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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