Sexta-feira, 31 de Março de 2006

Chorar por alguém...

Sombras de corpos que se escondem no vazio sentido.
Doi ver olhares que perdem o brilho da vida.
Choro por ti que não tens um tecto para albergares a tua alma
Choro por ti que me tens amor. Choro por ti que me tens ódio.
Nestes dias cinzentos procuro teu olhar no arco-íris que atravessa o Céu cinzento. Pinto telas nos sonhos. Retrato e quadros mágicos de sentires reais. Choro por ti que foges na correria do tempo.
Esquecendo os valores que nos fazem viver em comunhão.
Choro por ti e por mim que me fecho nas asas da solidão... Até que chegue um amanhã diferente.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:07
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Quinta-feira, 23 de Março de 2006

Toma o meu corpo, dá-me o teu corpo

Rasga-me a alma
trespassa-me o corpo com um punhal
não sentirei dor
sentirei amor, o calor do teu corpo
Morde-me os lábios com um beijo
suculento
suga-me o sangue
como uma vampira.
Sentirei o cheiro das pétalas no teu cabelo
Sentirei o prazer do teu corpo
tocar-me a alma
Deixa-me prender-te nos meus braços
Qual mar revolto
Qual selva assustadora
Eu sou o Adamastor do amor
Toma o meu corpo
Dá-me o teu corpo


publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:52
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Terça-feira, 21 de Março de 2006

Falar de ti.

Dentro de uma redoma
nossos corpos morrem de desejo
Vivo no calor dos sonhos, das magias
sentidas. Do vento forte numa noite de temporal
Dentro de um baú, recordações guardadas.
Dentro de mim, o que em ti busco. Loucos são
aqueles que descuram o amor dentro deles.
Falar de ti, é falar de amor perdido em lugares
que nunca foram nossos.
Falar de ti é falar dos poemas rasgados
dos versos esquecidos.




publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:06
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Sexta-feira, 17 de Março de 2006

Um manto branco


Das vestes simplórias
que escondem o teu corpo
esse desejo de deusa que me faz
sonhar. Dos sonhos vivo. Da morte
espero.
Beija-me e serei feliz. No teu manto branco.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:47
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Terça-feira, 14 de Março de 2006

A todos que sofrem no silêncio do amor...

Minha vida como um jardim devastado


sem o sorriso nítido das


flores da primavera


sem as visitas apaixonantes


das borboletas de várias cores


Minha vida sem cor


sem uma canção de amor


a espera do beijo de alguém na minha alma


Minha vida sem as frases de veludo


que me fazem sorrir a alma


Deuses que não me ouvem… Chora coração


Um dia a flor do amor desabrochará nos jardins


Da minha vida. Talvez um dia alguém me abraçará


Alguém me amará…


 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:32
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Segunda-feira, 6 de Março de 2006

De olhos fechados eu vi-te...

Com o teu olhar beijaste-me a alma,


em pequenos gestos dei-te a minha alma.


Tudo que tenho de mim de olhos fechados digo


o sentir que me aperta o coração.


Vi um anjo de olhar sereno


Um sorriso que enfeitiça o luar


No meu coração eu "morri" de dor


de não te puder desenhar


a chave do amor.


 


 


Eu vi um anjo que me beijou a alma


Eu vi um anjo em forma de


deusa. O tempo do amor em ti tem


o teu nome...


Eu vi-te de olhos fechados, quando


deixei o meu coração voar a


procura do teu


amor.


 


 



(dedicado a Ana Rosa)

publicado por Ejamour de Carvalhais às 16:44
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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