Sexta-feira, 22 de Setembro de 2006

Salvação

Foto:Eu

Espero-te com um sorriso

visto-me de anjo sofrido

Sorriu e choro aos mesmo tempo

Cai-me uma lágrima... Há muito que te espero.

Perdido nesse silêncio de palavras...

Procuro-te

Procuro-me

Há muito que me perdi e não sei

o caminho de volta para a casa.

Ajudas-me?


publicado por Ejamour de Carvalhais às 10:15
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Sábado, 16 de Setembro de 2006

Até sempre

Não quero falar de amor.

Não...

Não quero gritar por amor até que me

doa a alma

Não...

Antes vou oferecer-te estas lágrimas

num adeus silencioso. Vou partir para

bem longe de ti. Mas  ficarei nas

palavras que te beijaram

o corpo sedento de amor. Serei o teu

diário, teus segredos levarei.

Num momento meus braços serão teus

num abraço apertado

Não vou escrever o teu nome nas

estrelas, a beira-mar vou fazer o

meu túmulo, eu serei mar...

Vou morrer, não será por  amor, mas

por saudade  dos beijos que não

beijei, do corpo

que não toquei.

Vou partir... Mas vou ficar...

Não vou chorar na despedida... Vou

guardar as lágrimas para regar

as flores do meu jardim que têm o teu

olhar.

Adeus... Que eu já volto... Vou para

bem longe. Num lugar sem nome,

depositarei as chagas da minha da dor

              

              Adeus

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publicado por Ejamour de Carvalhais às 10:16
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Terça-feira, 12 de Setembro de 2006

Sentimentos controversos

(Imagem retirada da net)

Não sei se amo-te ou odeio-te.

Odeio-te porque amo-te tanto mas não te posso ter, mas amo-te e tenho-te a minha maneira.

Sinto ódio de quem te consome a alma, de quem te toca o coração no meu lugar. Sinto amor de cada gesto teu, de cada linha do teu corpo, cada detalhe, o teu sorriso, os teus lábios, o teu cabelo, as tuas mãos, os teus pés. Sinto amor do teu cheiro feminino, do teu doce olhar, mas ao mesmo tempo odeio-te por não fazer parte do teu mundo. Não sou egoísta, nunca o fui, nunca somente pensei em mim, penso mais nos outros e esqueço-me de mim.

Durante muito tempo tenho vivido como um cão sem dono, como um filho de um deus menor, como as águas turvas, como o cair de uma pétala arrastada pelo o vento. E quando caio odeio-te porque tu nunca estas aonde eu caio, aonde eu deito-me nesta cama vazia que alberga o meu corpo ferido. Essa dor não sei se será amor ou ódio...

Sinto vazio, amor e ódio, sinto todos os contrastes sentimentais é como pintar um quadro com várias cores.

Ah, como odeio-te e amo-te ao mesmo tempo. Como sinto as entranhas da minha alma querendo gritar de ódio e amor, querendo abraçar-te e fugir de ti. Sei que cheguei atrasado ao teu mundo. Não sei parar o Tempo, por isso espero a minha mortalidade amando-te e odiando-te até que chegue o meu fim. Até lá vou regar o meu coração com o ódio e amor de não te ter junto a mim neste lugar de anjos que voam de olhos fechados, de almas que esperam a magia do amor sem ódio.

(Dedicado(gata)alguém que ama alguém... Mas odeia por não ter)


publicado por Ejamour de Carvalhais às 10:30
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Segunda-feira, 11 de Setembro de 2006

Se...

(imagem retirada da net)

Se eu disser no meu silêncio

que amo-te

ouvirás a voz do meu coração

Se eu tocar o teu corpo, beijando-o,

juntando-o

ao meu corpo quente de desejo,

sentirás toda a

tua essência de mulher

Se eu espalhar pétalas com o teu nome

em cima da cama,

velas acesas iluminando

as quatro paredes que nos rodeiam

numa noite de amor,

tu ouvirás as vozes

dos anjos chamando

pelo teu nome.

Se eu quiser saber de mim

tenho de perguntar por ti.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 11:11
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Sexta-feira, 8 de Setembro de 2006

Setembro

Beijo o teu corpo nos meus sonhos,

afagando a tua alma com amor e carinho

Beijo as conchas de várias cores que apanho a beira-mar

marcando os meus pés desalinhados procurando-se na areia

molhada. Molho o corpo, negro, quente pelo Sol que me queima a pele. Tenho nas paredes da alma o teu retrato que me encanta.

Olho o infinito do mar na esperança de ver o teu rosto

Em vão fico a espera... Cegam-me as lágrimas que me beijam o rosto.

sinto-me: Teu... Será?

publicado por Ejamour de Carvalhais às 08:36
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Terça-feira, 5 de Setembro de 2006

Sem mim...

Quando falar de amor

vou pensar em ti

quando chorar as minhas lágrimas

vão gritar por ti

e sempre que fechares os olhos

fecharás a minha alma dentro de ti

Todos os poemas de amor escrevi

nos teus olhos

marcando o meu corpo

com a palavra amor

O sonho que nunca sonhei

o amor que ainda não amei

Sem mim serei sem ti


publicado por Ejamour de Carvalhais às 11:18
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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