Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2007

O beijo das minhas lágrimas no meu rosto

Fecho os olhos

e vejo-te

a voar nas asas do 

 meu amor

Não procures por mim em

lugares que nunca estou

Perdida de ti...

Procura antes

dentro de ti

E se eu não estiver é

Sinal

   que todas as palavras

    de amor

 foram ditas

   em vão...

Enquanto escrevia, as minhas lágrimas beijavam a folha branca

aonde viveu por um momento este poema


publicado por Ejamour de Carvalhais às 11:13
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Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2007

Faz-me deixar de te amar

É uma luta constante que travo contra mim próprio

Batalhas contra inimigos invisíveis, sentimentos que

reviram. Uma morte prematura do tempo que se esquece

de mim nesta dura batalha.

Faz-me deixar de te amar, ensina-me como se faz

nunca aprendi nem nunca soube deixar de amar um grande amor

Vivo numa redoma envolto de solidão  sentida, tu foste

com as asas do tempo, partiste sem um adeus, um olhar, um sorriso,

que poderia guardar nas paredes da minha alma, faria sorrir o meu coração

por uma única vez.

Faz-me deixar de te amar, peço a Deus, aos anjos, peço ao tempo,

minha voz não se ouve, meu grito é mudo. Meu corpo seco como um

roseiral devastado por uma praga de insectos, sou cinza de mim mesmo.

Arde-me o corpo, fogo que nunca se extingue, esse amor que não

sei como deixar de te amar. Ensina-me

Minha vida como um diário

nunca lido,

páginas da vida que desfolho sem marcação, sem numeração

Os dias e as noites perderam o sentido

Faz-me deixar de te amar

sinto-me: deixar de te amar

publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:09
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Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2007

Eu parti.

Vou sorrir até que chore

Até que descanse a alma

e sossegue a chama.

Vou escrever serenatas de amor e ódio

com o teu nome. Linhas destorcidas, versos

que levam a dor

Eu parti assim num lugar enfeitiçado

pela nostalgia dos teus beijos que nunca provei.

Ouve a nossa música, fecha os olhos e pede ao teu coração

que chame por mim, quando o Céu estiver estrelado.

Até um dia.

Eu parti.

Assim nesse silêncio de palavras com sabor a saudade


publicado por Ejamour de Carvalhais às 13:30
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Terça-feira, 9 de Janeiro de 2007

Até que um dia alguém abrace a minha alma

Sinto-me vazio

vago e distante

Sinto que perdi o que desejei

por momentos da minha vida

Toquei-te

Amei-te

Beijei-te os teus doces lábios

nos sonhos da minha vida

Tu eras sereia e eu era mar

Morri por ti...

Como se pode amar alguém

que não se conhece?

..............................Jamour......................................

(Hoje faço anos)

sinto-me: Como este poema
música: calling all angels - Lenny Kravitz
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publicado por Ejamour de Carvalhais às 18:26
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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