Quinta-feira, 28 de Junho de 2007

Eu so vejo quando fecho os olhos.

Quando fecho os olhos vejo as lagrimas
da humanidade transformadas em gente
Vejo a nossa destruicao
Perdicao quotidiana
Vejo a chuva da esperanca
perder-se
em direccao contraria
Quando fecho os olhos,
vejo cada minuto
um fim de mim, de ti que te procuras
e lutas pela Paz. Vejo a semente do amor
secar no vazio sentido.
Vejo lares destruidos,
vidas sem direccao como rios que se
perdem dos seus caminhos, 
Vejo rostos de vidas que outrora
tinham um sorriso, procurando
 um abraco limpando as lagrimas da solidao.
Quando fecho os olhos vejo-te em todos os lugares
gritando, pedindo mudancas, um eco mudo
uma voz perdida.
Quando abro os olhos vejo o que vi de olhos fechados.
A nossa realidade
caminha para o nosso
Fim.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:13
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Quarta-feira, 27 de Junho de 2007

Nomeacao entre blogs

Obrigado pela atencao

pelo o carinho

pelas visitas, as tuas e de todos

minha amiga Maria http://blogs.sapo.pt/userinfo.bml?user=palavrasdanoite

para as 7 maravilhas de blogs.

 

 

Prefiro nao nomear

estaria a ser injusto


publicado por Ejamour de Carvalhais às 17:01
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Domingo, 24 de Junho de 2007

Como ama um anjo.

                                                                                                                  (Foto:Eu e filho de Deus)


Um anjo ama de olhos

fechados, mas de coracao aberto.
Ama, tanto faz de dia ou de noite
um amor intemporal
imortal.
Um anjo ama na alegria, na tristeza,
na solidao. O amor nunca e pedido
nem combinado, simplesmente
ama na simplicidade pura da essencia
do amor.
Um anjo nao ama com a dor de um corpo
ferido, ama sem dor, sem pranto,
as lagrimas transformam-se em beijos de amor.
A poesia do amor e feito de sinais e simples
gestos. Um anjo ama na simplicidade do sentir
tocando na alma com um beijo ausente,
distante
mas presente.
Um anjo ama na mistura dos corpos,
fugaz o sentir, chama ardente, voz quente
Ama assim dessa maneira simples como esse poema
nestas palavras que nascem em lugar incerto.
sinto-me: serei anjo??? :)

publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:16
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Sábado, 16 de Junho de 2007

Sangue do meu Sangue



Eu tenho as vossas lagrimas marcadas no corpo

Eu tenho o sangue do vosso sangue

Dois corpos que se juntaram... Mae...Pai... 

Talvez a mesma essencia

Eu sou templo de amor

aberto para todos voces.

Voces serao o mesmo?

Eu tenho o vosso sangue gravado

na alma. Corre-me nas veias, como o rio

filho da chuva e da terra.

Eu sou luar... Voces serao o mesmo?

Tudo que me faz ser forte, eu vejo

neste retrato que me acompanha

em todos os lugares em todos os sentires.

Eu serei sempre o amor, 

amor que vos sinto.

Eu serei um dia as cinzas do meu

corpo, e a mesma cinza ira vos amar

como o corpo e alma que vos ama nesse

instante.

Sou mistura, voces sao as mistura.

Eu sou principio, um dia serei o fim

de mim mesmo.

Aonde quer que eu va levar-vos-ei dentro de mim,

neste lugar reservado ao sangue do meu sangue.

Um dia... Talvez um dia...

Sentados todos a mesma mesa

eu irei dizer o quanto vos amo a todos

sem distincao,

com o mesmo coracao

e uma unica certeza...

Aonde quer que voces vao

levam sempre a vossa

alma e o amor que vos tenho.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 16:01
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Sábado, 9 de Junho de 2007

O proprio...

(foto:Jamour)

Eu nao tenho nada.

Eu sou abrigo de mim mesmo

Sou alma ferida e desalojada

Sou a escuridacao sentida, abracada pela voz da vida que me abraca dia e noite. Mas tenho pena de mim,

tenho pena do meu amor, esse amor que fervilha dia e noite, chama reluzente dos dias infinitos da minha mortalidade.

Vejo-me constantemente do outro lado

da rua, maos nos bolsos cabisbaixo

e choro por dentro.

Choro por todos que ja partiram...

Choro por aqueles que ainda aqui

estao...

Ja nao tenho forcas para chorar por mim.

Nao tenho amor, amigos, abracos sentidos e inesperados. Tenho dor e me sinto so. Sou assim, nasci assim.

O Tempo passa, e vejo-me sempre no mesmo lugar, na mesma rua deserta, de velas apagadas, algumas acesas, sem nada e sem ninguem, sem hora marcada nem dias, eu perdi os segundos, deste pranto que me beija.Eu nao sou triste, sou feliz a minha maneira... Esta maneira simples.

 Nao pedi essa vida, nem essa

vida me escolheu a mim. Como folhas secas que caem

perdidas nas asas do vento. Embalo-me

com versos de amor ferido.

Peco a minha morte... Peco que me tirem

desse pranto interior, ja nao

choro para me veres

choro para me sentires.

Posso gritar???

Ouves-me???

Rega-me a alma com um beijo teu

esse sorriso que me faz sorrir o meu sorriso

Eu sou assim...

Nasci assim...

Olha para mim, desalojado de mim mesmo,

eu nao sou triste, nem sou infeliz

apenas sou assim, nasci assim.

Olha, eu vou mudar de rumo

e quando mudar, eu sei, eu sei

que me vou ver do outro lado

da rua

O mesmo sentir...

As mesmas lagrimas...

O mesmo sabor de mim

mesmo.

Custa-me ser assim

Alguem quer o meu coracao?

Eu sei que um dia vou morrer,

eu sei que me verei do outro lado da rua a chorar a minha morte.

Eu sei.

Eu sei.

Eu nasci assim.

sinto-me: descupem a acentucao
música: ...

publicado por Ejamour de Carvalhais às 13:55
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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