Quarta-feira, 8 de Agosto de 2007

Quem canta assim...

O azul do Ceu coberto de vestigios do teu perfume.

Briza do mar.

Nesse olhar repousa o meu coracao como um tesouro perdido em alto-mar.

Pergunto-me, porque vivo essa vida se poderia ter outra. Queria ter uma vida, que nao visse outras vidas, chorando, outras vidas que nunca tiveram o sabor de uma verdadeira vida.

Nao sera lamento, sera antes o sabor da mudanca que muitas vezes me beija o peito ferido. Talvez um dia.

Talvez nessa busca incensante, encontro a resposta de uma poesia que vive na imortalidade do sonho de um anjo.

Refugio secreto, templos destruidos, neste caminho deserto ferido por pes descalcos. Deserto de magoas, escravidao sentida, escuridao despida, voam passaros perdidos, sem direccao cai a chuva, velas derretem-se, coracoes se entregam. Relogios sem tempo, horas, minutos desmarcados. Afinal tanta pressa para chegar ao mesmo lugar.

O lugar dos sonhos perdidos. Uma guitarra sem cordas, sem acordes, pendurada numa paredes amarelada pelo o tempo. Mesas e cadeiras vazias. O tempo morreu antes de ser tempo. O vento calou-se, folhas secas escrevem no chao a poesia cantada do silencio das vozes sem almas.

Esse perfume sao petalas

sao rosas sem espinhos

'E magia desta dor que o povo

leva no corpo que pertence a Terra

Caminho do vento

caminho da terra,

Deuses sem fe

magia perdida.

sinto-me: encantado

publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:38
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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