Domingo, 27 de Janeiro de 2008

Um amor, uma lágrima, uma dor.

 
Quantas mais lágrimas terei de chorar

para te mostrar o quanto te amo.
Quantas mais noites, quantos dias terei
de esperar para sentir o
meu amor no teu corpo.

Quantas luas vou vestir com poemas de amor
em teu nome.
Quantas mais estrelas farei
de retrato com o teu rosto.
Quantas mais lágrimas terei de chorar
para te mostrar o quanto te amo.
Quantas estradas desertas terei de percorrer,
quantas madrugadas terei de acordar, pedindo um abraço,
um beijo no coração.
Quantas lágrimas com o teu nome terei
de beber
para me matar a sede de amar.
Quantos gritos...Quantos gemidos de dor
terei de suportar.
Dor de te sentir
e não te ter.
Quantas mais folhas de papel
terei de preencher com poemas
e versos de amor.
Neste silêncio de palavras
sopro a voz do amor no ouvido
do vento dizendo:
Quantas mais lágrimas terei de chorar
para te mostrar o quanto te amo.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 17:40
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Sábado, 26 de Janeiro de 2008

Tempo para tudo.

Há tempo para o amor,

não deveria nunca haver tempo

para odiar. Alguém terá tempo

para me amar???

Há tempo para mim

para ti que te escondes nos cantos da vida,

uma lágrima que se perde no tempo

como um relógio que parou no tempo

a mesma hora, o mesmo minuto

no mesmo tempo.

Há tempo para a paz

não deveria haver tempo para a guerra.

Esse tempo nunca deveria de existir.

Há tempo para o mar, para o rio

que corre em tempo de chegar ao seu lugar.

Há tempo para ti que recusas o amor... Há

tempo para pensares...

Há tempo que o tempo me da,

que me envelhece o corpo

fortalece a alma

Há esse tempo que foge de mim

sem eu dar conta.

Esse tempo que me visita

as portas da minha vida.

Toma o meu tempo, da-me o

teu tempo

pois há sempre tempo para dar

e receber.

sinto-me: Com tempo para dar

publicado por Ejamour de Carvalhais às 11:14
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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2008

Poema escondido

Estou triste, mas vou estar bem

Estou confuso como as aguas

turvas de um rio

Estou como o Ceu cinzento

Mas estou feliz

A minha maneira eu vou a gloria

de dias melhores

As minhas lagrimas beijam esse chao

que piso com os meus pes que morreram

num passado recente

Hoje sou esqueleto

de uma alma que fugiu

de um corpo que amaram nesse dia

enquanto termino este poema 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 19:32
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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