Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

'E Dezembro

Do meu quarto, oico a chuva misturando-se com o vento

numa melodia imortal tocada por um fantasma que morreu

por amor. Levanto-me, vou ate a rua, olho em meu redor e nao

vejo os pombos que enfeitam os telhados, vejo pessoas abrigadas

do frio, o pai natal pendurado num poste numa arvore com sorriso

amavel. Oico vozes em diferentes linguas, oico e vejo carro, imensos

com olhos de poluicao. Atravesso a rua e deparo-me com alguem que

toca apaixonadamente um violino. A sua frente no chao uma caixa aonde

as pessoas atiram moeda.

No centro da cidade e nao so, as lojas estao enfeitadas de brindes natalicio.

'e uma correria infernal, parece que so nos lembramos quem temos sentimentos

de afectos neste dia(25/12/0000). Os valores materiais nao se sobrepoem aos valores humanos.

Regresso ao meu quarto e trago comigo a cegueira humana de que so nos lembramos

no Natal.

 

Feliz natal

Feliz ano novo

Tudo de bom

 

E.J.Carvalhais

"Jamour"

 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:34
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Domingo, 20 de Dezembro de 2009

O mar 'e um poeta

(imagens retiradas da net.)

'E um poeta,

de poemas invisiveis,

compositor de melodias,

pintor de varias conchas,

algumas com rostos de

sereias,

golfinhos,

baleias.

Inexplicavelmente destruimo-lo,

mas lentamente amando no

esconderijo do nosso Eu.

O mar escreve poemas de varios

momentos, virtudes imperfeitas do

azul cativante

revoltante.

E nesta poesia deixo-me ficar,

na entrega total destas palavras...

O mar 'e um poeta de poemas

inocentes de misterios e segredos.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:05
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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Poetisa

Vi-te nos sonhos,

transparente, ausente, ao

mesmo tempo existente.

Queria tocar-te, a distancia

era infinita.

Sentir o teu cheiro, a jasmim,

o teu corpo de pecado nas minhas

maos de anjo solitario... Meus

sentidos perderam-se naquela

noite de sonho real.

Nao vi o teu rosto... Voavas entre o Ceu

e o meu quarto, trazias galaxias nos olhos

e uma mensagem na alma:

"Eu sou poetisa de palavras sentimentais,

de vivencia real, nao sou imaginacao, sou

a realidade dos teus poemas, sou musa, sou

deusa, inspiracao poetica, voz do teu subconsciente,

veludo do teu coracao. Sou as paredes que te cercam,

a estrada que percorres na Fe da tua existencia."

Vi-te nos meus sonhos como um poema que

acabei de escrever.

sinto-me:

publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:44
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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

Nos bracos da lua

(Foto retirada da internet)

 

Esta noite a lua vestiu-se como

tu... Olhos de diamantes,

timida, sensual, perfume de uma

roseira, magica e sensibilidade

feminina.

Vestiu-se de branco, no meio das

estrelas centilantes. Sandalhas de

petalas, sombra de deusa.

Esta noite quero adormecer nos

bracos da lua, acordar junto ao

por-do-sol, esperar novamente

pelo teu beijo, num retrato como

o arco-iris.

Nos bracos da lua que sao os teus bracos.

sinto-me: Abraco

publicado por Ejamour de Carvalhais às 20:34
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Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

Milagre de estar vivo

Oico a tua voz dentro de mim

no teu silêncio de mulher

ausente, vestida de prazer,

despida de desilusao.

Na alma um piano, melodias

sem cessar...

Trazes no pescoco

um colar que adormece no meio

dos teus seios. Meus braços de 

mar, minhas maos negras,

desconforto interior.

Arde-me o corpo, incendios dentro

de mim. Mistura de carne e cinza,

chama reluzente, teu olhar consome-me

como castelos de areia que o mar leva.

Vejo-me perdido, embarcando-me num

navio fantasma...

Da-me de beber

do cálice da vida o milagre de estar

vivo.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:01
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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

Livro aberto

Foto retirada da net

 

 

 

Estado intimo,

segundos de reflexao,

tanto por dizer, sao

revolucoes de palavras,

frias,

quentes,

sensuais,

sexuais.

O mundo 'e um misterio

de inspiracao para poetas

imortais na clareza utopica,

vivencial, sentimental,

no chao pobre de sobrevivencia

fugaz.

Tanto por escrever, canetas

assassinadas em folhas de papel

branco, tinta seca, apagam-se

as luzes deste refugio sem nome

fica o tanto entregue ao incognito.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 21:00
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Em mim

Quantos mares

quantas horas, minutos

desta vida eu entreguei-me.

Quantos desertos eu vi dentro de

mim, retratos que eu pintei,

lugares que eu procurei.

Sinto-me nas aguas turvas,

no leito da esperanca.

Em mim

ha versos desencantados

a merce do ser esquecido,

ha uma ponte por atravessar,

escolhas por fazer, toma a

minha vida,

ela nao me pertence.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:14
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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.A voz da alma

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