Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011

Terno sentir...

Terno sentir de palavras, cai num semblante

confortante

Tenho a magia das sensações simples

do teu sorriso inocente pela manhã,

da tua voz de veludo, anjo matinal da minha vida

Lá fora, o fresco de África, um galo anuncia no quintal

mais um dia, uma hora que desperto.

Cristo, passeia dentro da minha vida, numa oração constante

única.

As quatro paredes da minha casa, amareladas com tintas de

areia, albergam nossos corpos esperando por mudanças.

Terra vermelha, colorida por flores de várias cores, recebem chuva poética,

caindo na telha de zinco, escorrendo pelas paredes beijando incenssantemente

o chão sedento... Daqui deste lugar, de várias vidas sofredoras, abraçadas ao

Tempo, entregues ao destino inocente, sopra o vento da esperanças,

e aqui nasce vidas para todo o sempre.

 


Sinto que tudo mantém-se intacto na fragilidade do sentimento.



publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:05
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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