Sexta-feira, 27 de Maio de 2005

Parece que...

Parece que já ouve um dia, um lugar, um momento que eu te amei sem te conhecer.


Parece que já ouve uma vida entre nós, algures... Uma vida que foi nossa, dos anjos que sempre nos protegeram. Parece que tudo foi tão real... A minha perdição por ti, o meu ciúme, o meu pranto, o grito de amor com o teu nome.


Parece que tu já foste minha, eu já fui teu. Fui da tua sombra, dos teus gestos, dos teus suspiros, das tuas lágrimas, do teu sorriso. Já fui dos teus sonhos, da tua dor, do teu calor.


Fui de ti e tu de mim.


Parece que já vi o teu olhar nas estrelas, o teu sorriso no luar. Os teus pés descalços beijando o chão. Acariciando-o.


Parece que tudo foi nosso. O Tempo, os ponteiros dos relógios pararam por nós. Parece que foi ontem, hoje, e amanhã que eu sempre disse sem ter dito uma única palavra apenas sentiste que eu senti quando te vi.


 


Parece que já te tinha visto. Não sei aonde...


publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:11
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1 comentário:
De Anónimo a 31 de Maio de 2005 às 10:44
Há certas empatias que se criam do nada e que são difíceis de explicar, parece que algo transcendente nos rege e nos cria emoções reais assentes em realidades indefinidas, com margens imensas de imaginação, margens essas que nos alimentam e nos inundam de emoções, que de tão fortes, nos parecem imensamente reais. Beijo.SHINE
(http://.)
(mailto:mssinet@hotmail.com)


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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