Terça-feira, 17 de Maio de 2005

Vem...

Vem...


Entrega-te, a luz do amor que se rende a ti.


Que se prende a ti. Deleita-se em ti.


Vem como a chuva, nua e despida. Nas asas do vento.


Vem, despindo o medo. De coração aberto, sorri.


Sorri como uma criança quando ganha um brinquedo.


As nuvens não têm medo do Céu, entregam-se ao vento.


Tu és nuvem eu sou vento... Quem me dera.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 16:03
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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