Sábado, 7 de Maio de 2005

No teu olhar ficou o meu olhar...

No teu olhar perdi o meu olhar, desejo


incontrolável. Chama ardente.


No teu olhar escrevi os mais doces e


singelos poemas de amor.


No teu olhar vi o sorriso das estrelas


o olhar do luar.


No teu olhar ficou o meu corpo marcado


ou esquecido pelo o destino.


No teu olhar amei todos os momentos.


Entreguei todos os tormentos.


No teu olhar nasceu a magia do amor.


Quando um dia o meu olhar ficou no teu


olhar. 


 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:04
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6 comentários:
De Anónimo a 11 de Maio de 2005 às 12:13
Muito bonito este poema. Continuação de boa semana :-)Dora
(http://www.atrasdaporta.blogs.sapo.pt)
(mailto:A_Dora@sapo.pt)


De Anónimo a 11 de Maio de 2005 às 00:01
Lindo ... Lindo ... Parabens. Bjsdoceli
(http://adocuradapoesia.blogs.sapo.pt)
(mailto:doceli@sapo.pt)


De Anónimo a 10 de Maio de 2005 às 23:48
Muito bonito. cONtinua a escrever e quero agradecer a visita
RogérioPoemas de amor e dor
(http://poemasdeamoredor.blogs.sapo.pt)
(mailto:romasi@clix.pt)


De Anónimo a 10 de Maio de 2005 às 04:52
Mais um belo poema ao amor. É engraçado constatar que afinal, os homens, tambem escrevem o amor....tambem sofrem por ele. Parabens!! Beijosmargarida_rr
(http://blogdaloura.blogs.sapo.pt)
(mailto:rute.rolo@gmail.com)


De Anónimo a 8 de Maio de 2005 às 14:40
Escrito com encanto este seu texto, agradavel forma de escrever. Continue.Maria do Céu
(http://www.maisquepalavras.blogs.sapo.pt)
(mailto:mariaceucosta@sapo.pt)


De Anónimo a 7 de Maio de 2005 às 18:03
simples e belo... o amor.sandra
</a>
(mailto:mimosamargarida@hotmail.com)


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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