Sexta-feira, 22 de Abril de 2005

Deixa-me...

Deixa-me aqui.


Ao menos sei aonde estou, aonde me dou.


Deixa-me, que me encontrarei um dia mais tarde.


Numa tarde seca, fria, no meio das folhas secas.


A beira mar, no meio da noite.


Deixa-me, seguindo a luz do amor.


Deixa-me, com as minhas lágrimas, com as minhas


palavras.


Deixa-me assim... Despido, sem alma.


Deixa-me... Mas não me leves o AMOR.


 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 10:24
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2 comentários:
De Anónimo a 22 de Abril de 2005 às 10:55
bons dias amigo jaime.. o mesmo de sempre:) tornou me habitual a minha visita diaria aki pra ver o k escreves.... big abraço my friendmarao(triumph)
</a>
(mailto:mariojmoreira@hotmail.com)


De Anónimo a 22 de Abril de 2005 às 10:42
Claro que te deixo aí, porque havia eu de te retirar !? Se estás bem, se te sentes comodamente, fica ! Todavia........já espreitaste o DIA LÁ FORA ? Olha como o sol brilha, como ele cintila do alto do seu "pedestal", até parece que nos faz um convite mudo....VEM DAÍ, SAI e procura.....o "bálsamo" para a tua "ferida".Óptimo fim de semana. Bjsdoce rebelde
(http://docerebelde.blogs.sapo.pt)
(mailto:docerebelde59@hotmail.com.pt)


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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