Sexta-feira, 8 de Abril de 2005

A voz da alma...

Linhas escritas nos sorrisos das estrelas. Lua escondida, vento mudo e cego percorre caminhos aonde almas se esquecem de amar.


Um lugar tão longe, tão perto ao mesmo tempo.


Busco o sentir de outros tempos. De inocência perdida algures. De lágrimas perdidas no rosto.


Ainda chora o amor que se perdeu e nunca mais se encontrou.


Rasga-me as palavras saindo de mim, como a chuva num dia de temporal. Rasgam-me a alma, alguém passeando na minha alma de mãos dadas com o amor que me foge como areia seca na palma da mão.


Frases longas ao sabor de uma vela acesa, folhas brancas aqui e ali, voam ao sabor da dor da alma. 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:08
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1 comentário:
De Anónimo a 8 de Abril de 2005 às 16:45
Não sei pk, mas sinto k andas triste...estes teus poemas transcrevem teu estado de espírito ... preciso k sorrias...preciso que sejas feliz... preciso k sejas hoje o sempre kem és realmente...um anjo...embora um poko avantajado e atrofiado da anaconda... mas..... nda k um belo toke n resolva hehehhehe
A
D
O
R
O
-
T
E
MEU AMIGO...............LEMBRA-TE K HÁ SEMPRE KEM PRECISE DE UM SORRISO TEU!!!!!!!!!
CUMPRIMENTOS PARA TI ..... E LARGURAS PA ANACONDA HEHEHHEHE DEVE TAR INCHADA HEHEHE JOKASSSSSSSSSSSSEXTINTA
</a>
(mailto:andyfigueira@hotmail.com)


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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