Quinta-feira, 10 de Março de 2005

Talvez um dia...

Portas abertas da vida que te espera, que me espera. Degraus desenhados, gastos pelo o Tempo que já fora vivido, bebido pelas vidas que nos enfeitam e nos preenchem o vazio sentido. Chorei, choraste, adormeceste teu olhar no meu.


 


O teu profundo olhar… Rasgando-me a alma.


Num simples gesto tudo fora dito, consumido…


Simples sorrisos, os nossos.


 


Simplicidade sentida, vivida aonde nossos sentidos, sentimentos têm o verdadeiro olhar da cumplicidade.


Foge o Tempo. O teu e o meu. Rugas, as tuas… Prevalece ainda a minha juventude… Não intacta mas já devorada pelo o Tempo. Inocência perdida, algures.


 


Lugares que conhecemos, imensos, ao sabor das nossas vidas.


Lugares que nos enfeitiçaram. Que nos amaram… Tanto nos sonhos como na realidade.


 


Portas abertas da vida... Fecham-se as cavernas de solidão. Ruas desertas, vago semblante como numa tarde de Inverno, cinzento e frio. Mágico, o sentir num adeus silencioso. Nem uma palavra fora dita mas todos os gestos disseram tudo. Talvez um dia, um dia voltarei. De onde nunca sai.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:02
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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