Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2006

...

 

Procurei as vestes de um anjo


Numa casa abandonada em cima de uma


montanha para me cobrir do frio da


solidão.


Saciei a sede com as lágrimas do


anjo.


Perdi-me na escuridão da vida


Cantei o amor dentro de mim


Três estrelas seguidas que


pernoitam no Céu, nunca se separam,


alguém já as viu?


A fonte do desejo saboreia os


sentidos perdidos, algures,


num lugar esquecido.


Procurei a fonte do amor, água


límpida e pura, doce veneno


que me cativa.


Aonde me encontro não me sinto,


aonde me sinto não me tenho...


publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:26
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4 comentários:
De Anónimo a 8 de Janeiro de 2006 às 20:41
Incertezas, entregas, procuras, desejos... de tudo isto o Amor é feito, se assim não fosse, não teria todo encanto e magia que tem...Encantamentos milMagia
(http://outrapartedemim.blogs.sapo.pt)
(mailto:perlimpimpins@sapo.pt)


De Anónimo a 8 de Janeiro de 2006 às 13:50
Gostei!!! um beijinho grandeAran_aran
(http://capricornioemim.blogs.sapo.pt/)
(mailto:aran_aran@sapo.pt)


De Anónimo a 6 de Janeiro de 2006 às 20:40
O amor um doce veneno..me deixa beber pela taça..e se o sonho for pequeno..me deixa encantar com tua graça...Gosto muito de teus poemas, beijos.Lagoa_Azul
(http://www.lagoaazul.blogspot.com/)
(mailto:bomdialagoaazul@gmail.com)


De Anónimo a 6 de Janeiro de 2006 às 15:16
um grande abraço amigo jaime;)Mário Triumph
</a>
(mailto:mariojmoreira@gmail.com)


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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