Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2005

Amanhecer assim...

Amanheço com o teu suspiro, rasgo as vestes da dor. Não sei aonde estas nem aonde foste, mas amanheço contigo dentro de mim. Um grito mudo, olhos vendados secos de lágrimas.


Amanheço, estrelas ainda no Céu num adeus silencioso. Passáros voando. Igualmente minha alma. Saindo do meu corpo num lugar que nunca foi meu, foi de outros corpos e de outras almas. Amanheço, soluçando uma dor que não é a minha, uma lágrima como o beijo da chuva.


Grito no meu silêncio, grito no meio de uma multidão, alguém me ouve? Alguém me tem? Quem? Quem não sinto...


Amanheço apenas com o meu corpo, porque á muito que a minha alma saiu de mim...


publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:30
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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