Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2005

Até que chegue o Tempo...

mar.jpg 


Estranha forma de silêncio... Estranha forma de dizer as palavras com os gestos. Concede-me o tempo da imortalidade para saber até aonde chega a idade do amor, sem dor. Uma história, no livro da tua vida, sobra-me o tempo que nunca me pertence.


Olha as minhas lágrimas... Olha dentro da minha alma...


Estranhos passos na areia molhada, desencontros de vidas, de amores e esperanças. Olha o crespúculo sorrindo ao luar, olha o meu sorriso perdido algures, restam-me os sentidos, rendidos na tua estranha forma de estar na vida. Mas vives e sobrevives o que te tenta destruir.


A solidão também fala. Fala de dor, de ausência e vazio. Simplesmente abre o coração não te feches aonde o amor não te pode encontrar. Eís um pouco da tua essência. 


 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:39
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2 comentários:
De Anónimo a 11 de Fevereiro de 2005 às 15:02
Rolam-me na face
Entram num enlace
Caem no chão
Do meu coração.
Secam com o vento
e num lamento
as lágrimas tristes
deste momento do meu coração!
São Solidão!

Continuo escrevendo,
o que está doendo
versando tua beleza,
tanta singeleza...
Apenas mim tão temida
por longos suspiros
e até gemidos
da grande tristeza
de tanta avareza.

E, se depois penso
Carinho Intenso
Que jamais serás meu...
Bia
</a>
(mailto:biaola@hotmail.com)


De poetaromasi a 23 de Fevereiro de 2013 às 20:53
Comentário com poema meu alterado e plagiado


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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