Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2005

Desespero...

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Sopra o vento.
Teu pranto escrito no rosto.
Não te secam as lágrimas, escrevem-te a dor da alma.
A cor do teu pecado.
Teu olhar escondes, tua sombra foge-te, amor que te pertence chora-te como um momento de temporal.
Teu grito como trovões.
Simples é o teu sentir em cada noite que nasce para ti.
Perdes-te, porque nunca te encontras… Não sabes o teu próprio caminho, a estrada que te pertence.
Sopra-te a vida em lugares que te fogem, em momentos que se perdem. Teu luar já não te encanta. Secam-te as lágrimas antes de chorares…
Olha para ti não no espelho mas dentro de ti. A resposta que procuras reside em ti. No teu lugar, o lugar que te sentes. Todas as lágrimas têm nomes, assim como as ruas que compõem a tua vida, quando atravessas nos sonhos que te fogem. Resta-te a fé, abraça a vida. As noites fogem de ti, porque os dias tu ignoras.
As horas já não te pertencem, os minutos já não são teus, anseias a morte, a única certeza que é tua, cinzas que o vento levanta. Como uma guitarra sem cordas, perdes a musicalidade do amor. Deixa o vento te beijar… O vento do amor, abre o coração porque ainda resta-te a vida. A tua, a nossa e a de todos nós.
Acredita no que ainda sentes.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 11:05
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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