Sábado, 8 de Janeiro de 2005

Assim sou eu.

anjo1.jpg
Assim sou eu... Aonde quer que eu vá, levar-te-ei nas minhas asas. Nos meus poemas, nas minhas lágrimas, dentro de mim.
A raiz do amor deve ser sempre regada com a água da esperança... Espero por ti? Num lugar desconhecido? Num momento que não me pertence. Minhas lágrimas beijam o chão. Em cada asa minha, teu nome escrito. Se não amo, não voou.
Assim sou eu… Sem ti, sem mim, restam-me as minhas asas… Asas de anjo, asas do amor. Não quero o Tempo, quero o momento. Não quero a dúvida. Não sei voar duvidando do que sinto. Não sei voar se me recusam amar. Não sei.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:52
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4 comentários:
De Anónimo a 18 de Abril de 2005 às 17:46
fantástico!amei este texto!não existem palavras para o descrever...adorei,sabes...tens muito talento com esse sentimento!continua e aparece com comentários no meu blog ok?fica bem!d4u
</a>
(mailto:dianafigo@hotmail.com)


De Anónimo a 12 de Janeiro de 2005 às 08:16
Bom dia
Que lindo este poema, adorei. Passei para desejar uma boa quarta feira.
Teresa Soares
(http://souapenasmulher.blogs.sapo.pt/)
(mailto:semmail@hotmail.com)


De Anónimo a 11 de Janeiro de 2005 às 11:32
Olá. Obrigado pelo teu comentário. Vejo muito sentimento e Amor neste espaço. Parabéns.
Voltarei fica prometido.

Um Abraço
Joãojoão
(http://bamos.blogs.sapo.pt/)
(mailto:alvesalves69@hotmail.com)


De Anónimo a 10 de Janeiro de 2005 às 14:10
Gostei muito dese post! Sem comentários. BJAragana
(http://www.aragana.blogs.sapo.pt)
(mailto:aragana@sapo.pt)


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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