Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2005

A paixão de Cristo.

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Um filme que gerou e ainda gera tanta celeuma. Segundo o realizador aquelas imagens são as verdadeiras horas da vida de Jesus Cristo… Culpar quem quer que seja pela crucificação de Cristo, penso que seja um erro tremendo porque nós é que somos os verdadeiros culpados. Aqueles que acreditam e os que não acreditam. Somos todos culpados sem excepção e continuamos a sê-lo por nos matarmos uns aos outros, por nos odiarmos, por não alimentar-mos a verdadeira essência do amor. A Fé...
A paixão de Cristo, foi antes um amor que ficou marcado aos Homens de boa vontade. Quem não faz a guerra, quem não odeia, quem não alimenta a discórdia merece este amor, o mesmo amor que Cristo deu-nos. Uma herança que nos foi deixada e que alguns seguem-no. A estes, Cristo sorri, confortando-os. A paixão não é uma sentença, também não será um ajuste de contas de Cristo para connosco. Cristo perdoou quem o crucificou. O filme, a vida em si de Jesus Cristo é uma mensagem muito forte, só precisa ser entendida. Dar lugar ao amor é uma dádiva que poucos alimentam, por isso nos odeamos. E vamos continuar a fazê-lo até que todos se resolvam compreender qual é a mensagem e a verdadeira essência do amor.
A paixão de Cristo é antes a paixão do perdão, saber perdoar faz de nós únicos no verdadeiro sentido da palavra.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 11:37
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1 comentário:
De Anónimo a 11 de Janeiro de 2005 às 14:00

Este filme foi unico para mim. Vi numa noite sozinha na ultima sessão e era a unica pessoa no cinema. Chorei tanto que parecia que a minha alma queria sair do corpo. O amor de mãe o amor de um filho o amor pelos outros um amor tão forte que se torna em Paixão. Um amor que nos leva a perdoar a dar sem pensar e por isso a sofrer. Os "verdadeiros" procuram na sua existencia esse amor, por isso sofrem mais e sangram e choram. Concordo contigo em cada letra, gostei do que li.
Obrigada (passarei mais vezes)sara
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(mailto:doida31@hotmail.com)


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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