Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2005

O que te consome a alma?

O teu desaconchego vivo, fugaz revirando-te, levando-te para aonde evitas ir.
Evitas, amedrontada, como uma criança que tem medo do escuro.
Desamores? Desentendimentos? Nunca percas o sorriso, a esperança… Mas o medo invade-te. Dentro de ti um aperto, um lugar, cobiçado por alguém que te espera aonde não te encontra. Para aonde o Tempo te leva, procura por ti… Oh doce criança, inocente mas feliz por viver. Corpo de mulher, coração amedrontado. Refugiaste com medo de amar, medo da mágoa, da agonia que te leva de ti e não te traz de volta a ti.
O que te consome a alma? Veludo sentimental? Revolta? Rebeldia? Doce loucura que te cativa, sã, única em todo o seu sentido. A tua essência nunca a percas, guarda-a como um tesouro, um bem precioso. (****** dedicado a minha amiga Yo.)

publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:13
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1 comentário:
De Anónimo a 6 de Janeiro de 2005 às 10:02
E afinal o que realmente consome esta alma....será saudade....será dor, eu acho que é mesmo AMOR!!, obrigado pela tua visita Jamor no meu cantinho e volta sempre L.M
(http://luismiguel.blogs.sapo.pt)
(mailto:luismiguel.a@sapo.pt)


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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