Quarta-feira, 29 de Dezembro de 2004

Maremoto... Filhos da terra.

Somos filhos da terra, entregamo-nos a terra. Somos terra a terra, sentimos a terra nos pés, nas mãos, sentimos o cheiro da terra, eu faço, tu fazes parte da terra, essência da Natureza.
Somos filhos da terra, alguns que se abraçam semeando o amor, outros que se matam, semeando o ódio, a dor. Um gesto, um sinal que marca sem estar destinado em vários lugares que a terra nos oferece. O arco – íris não escolhe o lugar quando nasce na terra como simples inspiração. Inúmeros deuses para uma só fé… Religiões, raças, credos, cores do mundo que enfeitam a terra, somos todos filhos da terra. Maremoto... Filhos da terra, de vários lugares mas apenas VIDAS.


1 Minuto, uma vida inteira de silêncio. Vidas que se perderam...
1 Minuto do meu silêncio ofereço as vítimas.
1 Minuto das minhas lágrimas a todos. 1 Minuto a todas as vidas. Vem mar mas não tires VIDAS. Vem mar beija a areia molhada traz conchas... Nós somos filhos da Natureza, fazemos parte da terra, porque nos odiamos??? É tão simples a PAZ.
1 Minuto do meu sentir ofereço de coração as vítimas do Maremoto. Aonde quer que estejam, que tudo seja apenas uma passagem da vida que temos. Quem ficou que a dor seja suavizada.
1 Minuto, todos os segundos meus vos entrego... No meu silêncio minhas lágrimas são vossas e de todos os inocentes.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 11:02
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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