Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2004

Dentro de mim...

Sinto-te dentro de mim, como uma luz, que se acende no meio da escuridão.
Sinto-te com medo de mim... Do meu amor que te quer consumir na realidade da minha vida. Não é ilusão. É a pura realidade, nua, despida com o frio seco de inverno. Fica aqui dentro de mim. Este lugar quente de amor. Não fujas de mim... Fica, entrega-te, sem medo. Fica, grita a minha alma. Nas noites de estrelas, de chuvas sinto-me ausente de mim, porque procuro-te e quero dizer-te ao ouvido: Que te amo. Tão simples quanto isso. Não tenho medo, porque se tiver medo não vou amar-te em paz. Não se ama com medo. Ama-se porque o amor assim deseja.
Dentro de mim, sinto-te como as pétalas quando florescem em Maio, abrem-se para o mundo. Abre-te para o meu amor. Abre-te deusa dos meus sonhos. Musa dos meus poemas, verso de amor que respiro nos meus sonhos. Dentro de mim espero-te como uma multidão de braços abertos.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:08
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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