Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2004

Romeu e Julieta

Amor puro, sentimento coberto de fogo, história de amor, páginas perfeitas, até a morte é perfeita. Juras de amor intermináveis, promessas... O amor vive, sobrevive. Poemas de amor a amada, amor sincero, ardente, fogo que consome, arde a alma.
Amor, amor, amor, loucura que consome duas almas que se amam. Um adeus perpétuo, vive no leito da morte, a verdade do amor, prevalece, perdura.
De tanto amor escreverei teu nome no sorriso das estrelas para quando olhares para o Céu a noite vires o teu nome a brilhar.
De tanto amor, escreverei teu nome no meu corpo, tatuado, com as cores dos teus olhos.
De tanto amor, serei apenas teu, seremos apenas um só corpo, uma só alma.
De tanto amor, darei a minha vida, mais do que o meu simples coração, lugar que te pertence, na vida e na morte.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 16:48
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1 comentário:
De Anónimo a 3 de Dezembro de 2004 às 17:00
olha aki é a ana a sobrinha da Sandra, é só para te agradecer o poema!É lindo!!!!!bjinhosAna
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(mailto:ana_neto_cham@hotmail.com)


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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