Segunda-feira, 29 de Novembro de 2004

Calling all angels...

Noites e dias… Sonhos esquecidos na imensidão do esquecimento. Doce loucura que me cativa e me acende a chama do desejo... O desejo de ter alguém que me sinta, que sinto. Calling all angels, anjos do amor, nas vossas asas quero voar. De olhos fechados e coração aberto.
Lugares... Imensos Lugares, percorro ao sabor do amor, por alguém, por algo, que procuro. Minha sombra se esqueceu do meu corpo, algures... Lágrimas abraçando a minha alma. Aonde estas? Aonde estou? Calling all angels…
Calling all angels grita minha alma, uma voz adormecida. Revolta que me consome, me cobre como um manto verde nas colinas do mundo.
Calling all angels, porque só me sinto quando te sinto amor que procuro. E só me tenho quando te tenho nos sonhos que enfeitam a minha vida.
Calling, calling, calling, nos poemas de amor inacabados, na sombra do vento, no olhar do luar, aonde o Sol se cobre com uma nuvem, aonde o Tempo se esquece de mim. Mas não me esqueço do que procuro... Alguém que sinto que me sinta.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 16:49
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1 comentário:
De Anónimo a 30 de Novembro de 2004 às 10:19
olha jaime,sem palavras...........!ja me habituaste a ler os teus poemas e ficar coladas as tuas palavras,sabes o k penso deste poema,nao ha nada mais lindo......!adoro,bjssandra
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(mailto:sandra_neto80@hotmail.com)


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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