Segunda-feira, 29 de Novembro de 2004

Quando tu chegaste...

Ausente de mim.
Distante de mim. Não vivo, sobrevivo, até no Amor... Que é uma "coisa" simples.
Fugia de mim, escondia-me de mim...
Chorava as lágrimas do vazio. Lágrimas que escreviam ausência no meu rosto.
Chamei por anjos, chamei dia e noite... Até que tu chegaste em forma de sonho. Sonho amado, sonho desejado, não quis acordar. Queria dormir uma eternidade...

publicado por Ejamour de Carvalhais às 08:52
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3 comentários:
De Anónimo a 29 de Novembro de 2004 às 19:02
um aplausolara
</a>
(mailto:pinker@sapo.pt)


De Anónimo a 29 de Novembro de 2004 às 09:31
erm ...um dia bem . continua filipa
</a>
(mailto:milledjus@sapo.pt)


De Anónimo a 29 de Novembro de 2004 às 09:29
O teu blog e um café é uma optima combinaçao para começar um bem o dia...Filipa
</a>
(mailto:milledjus@sapo.pt)


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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