Segunda-feira, 28 de Novembro de 2005

Leva-me...

Um abraço, sentido, apertado


 


Fugaz o sentir. Intenso o desejo.


 


Um sorriso num rosto, uma dor no


 


coração


 


Uma mascara…


 


A minha? A tua?


 


 


Uma luz que te encanta o olhar


 


Como o beijo do luar no mar


 


Um momento de amar.


 


 


Encarno o amor


 


O amor me encarna. Eu sou a carne


 


Tu o desejo... Ou serei as velas


 


apagadas


 


num quarto escuro? Tu és o pecado…


 


O calor de um corpo.


 


Amarra-me ao teu corpo, leva-me aonde


 


fores...


 


Vem traz-me os teus lábios em mim


 


Deixa-me assim.


 


Uma música no teu ouvido, fala de


 


mim. Sem ti, sou


 


como uma guitarra sem cordas, sem


 


melodia.


 


Sem música que balança dois corpos.


 


Vem, vem a mim, leva-me dentro de ti.


 


Faz de mim o teu vício...


 


Leva-me...


publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:09
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13 comentários:
De Anónimo a 7 de Dezembro de 2005 às 12:00
correção: passeias entre esses dois mundos...Mily
(http://calunguinha.blogs.sapo.pt)
(mailto:calunguinha13@hotmail.com)


De Anónimo a 7 de Dezembro de 2005 às 11:59
Tens facilidade em falar, tanto do amor lírico, espiritual, quanto da sensualidade que transpira amor. Passeias entre esses dois mundo com a desenvoltura de quem conhece não apenas os sentimentos... mas domina a alma da POESIA!Mily
(http://calunguinha.blogs.sapo.pt)
(mailto:calunguinha13@hotmail.com)


De Anónimo a 6 de Dezembro de 2005 às 22:09
Voei até aqui e gostei do que vi :) Este poema está extraordinário, tem alma. AbraçoLaços...
(http://fly4you.blogs.sapo.pt)
(mailto:arquitectura@escala-urbana.pt)


De Anónimo a 5 de Dezembro de 2005 às 16:52
Faz de mim o teu vício</b> - Pessoalmente, a alma deste teu intenso "Leva-me".
Boa semana....Miguel
(http://vertentespoesia.blogspot.com/)
(mailto:as1140188@sapo.pt)


De Anónimo a 5 de Dezembro de 2005 às 14:07
Tento escrever sobre este amor que me preenche todos os sentidos, mas qualquer palavra será pequena para descrever este sentimento que me envolve, vieste em tom de brincadeira, levemente, rindo e fazendo rir… fizeste o meu coração sorrir, fizeste a minha alma brilhar, fizeste-me voar em sonhos intermináveis, fizeste todo o meu ser desejar uma única coisa …tuSHINE
(http://.)
(mailto:mssinet@hotmail.com)


De Anónimo a 4 de Dezembro de 2005 às 14:39
O amor em toda a sua força, a paixão em todo o seu esplendor! Gostei de ler :)
*beijinhu*Lost in Space
(http://www.aquelelugarperdido.blogspot.com)
(mailto:etrusca@gmail.com)


De Anónimo a 2 de Dezembro de 2005 às 18:54
Jamour

A intensidade das tuas palavras {sentimento] dão alma a este poema...

Beijinhos

BfsBetty Branco Martins
(http://bettybrmartins.blogspot.com)
(mailto:betty_martins@net.novis.pt)


De Anónimo a 2 de Dezembro de 2005 às 00:52
Como posso comentar poema tão sublime? Se meu sentir será o mesmo noutro corpo,noutro tempo,noutro lugar.
Adorei.Beijinhos
MariaIIMaria
(http://vahalla.blogs.sapo.pt)
(mailto:Mariam12@sapo.pt)


De Anónimo a 1 de Dezembro de 2005 às 22:47
Consegues "levar-nos" nesse decifrar das tuas palavras de Amor...Gostei...
Um abraço e continuação do bom trabalho
Orfeu
(http://www.ruas-sem-nomes.blogspot.com)
(mailto:mabaorfeu@portugalmail.pt)


De Anónimo a 1 de Dezembro de 2005 às 16:01
Um poema intenso que nos leva no seu sentir. Bonito. Beijinhos.Maria do Céu Costa
(http://www.maisquepalavras.blogs.sapo.pt)
(mailto:mariaceucosta@sapo.pt)


Comentar post

.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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