Quinta-feira, 25 de Novembro de 2004

Sombras.

Sombras que se abraçam quando cai a noite. Vozes de almas que buscam o amor, de almas que semeiam o ódio.
Noites que se fecham e abrem-se como uma flor.
Noites repletas de estrelas, brilham até que o crepúsculo de despeça.
Sombras de corpos que amam, de corpos que odeiam. O Céu parece tão perto quando se ama.
Sombras de corpos que se escondem, olhos vendados para a realidade, até na simplicidade do amor.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:22
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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