Sábado, 20 de Novembro de 2004

No amor…


No amor, os beijos, as carícias, os gestos de afecto tornam-se mágicos. Um simples detalhe tem a cumplicidade de um sentir. O veludo do toque, simples, forte, quente como um vulcão revirando massas.
No amor todos os dias são os mesmos dias, todos os momentos têm outro sentido. Fugaz a chama que consome os corpos. Luz forte que se apaga. A paixão acende e arde como uma fogueira, o amor é o fogo que consome no seu silêncio.
No amor, não importa se chove ou faz Sol, não importa que o Céu seja cinzento ou azul, não importa que o mar deixe de oferecer conchas… Que as estrelas deixem de brilhar… No verdadeiro amor, só importa o calor mágico que consome a alma. Só importa que o amor consome as vidas que realmente amam.
No amor, as frases soltas, os momentos, os lugares, os sonhos, tudo tem outro contorno. A realidade consumindo outra cor, os desejos redobrando-se, todas as formas de amar, as mais simples ganham a magia da simplicidade do querer do amor. Quando se diz que se ama, buscando nas profundezas da alma e ouvindo a voz do coração a palavra “ amo-te “ tem outro sentido, não será como o caminho do rio, nem a chuva que cai sem direcção, nem como o vento que se perde na atmosfera.
No amor, as estradas da vida têm somente uma direcção, o caminho da felicidade torna-se curto. A voz do amor, faz um eco profundo nos cantos do coração.
No amor, no verdadeiro amor, dois corpos juntos são apenas um só corpo, uma só alma, um só objectivo, um só plano, um só lugar aonde o amor nunca morre, nasce, cresce e perdura na infinidade dos dias, das noites.
No amor, vive-se o momento, buscando o sabor do amanhã, vive-se, sobrevive-se, ama-se independentemente das vicissitudes.
E se eu não te amar meu amor, com toda a minha honestidade, fecha a porta do teu coração.
E se eu não te amar meu amor, com todo o veludo do meu amor, que me adianta dizer que te amo??? Serei mais um esconderijo da mentira e não da verdade.
E se eu não te amar meu amor, com toda a certeza do meu amor que serei eu???

publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:46
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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