Terça-feira, 19 de Outubro de 2004

Quando nasce o sol

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O nascer do Sol faz sorrir a vida, numa dança incansável, insaciável. Seres do mundo sorriam. Caprichos e detalhes da natureza, simplicidade de todos os sentires como o veludo da sensibilidade.
O pôr-do-sol encanta-nos o olhar, abraça-nos a alma, nossa sensibilidade voa de encontro ao adeus do crepúsculo.
As ondas do mar vão e vêem, consomem areia molhada com beijos longos e apaixonados. Uma paixão repetitiva. Conchas mostram as cores do mar, mistérios que compõem a vida.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:12
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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