Sábado, 24 de Julho de 2004

Tempo Esquecido.

Esquecemo-nos de nós e dos outros, dos que vivem ao virar da esquina. Esquecemo-nos correndo com o Tempo entre o deserto e a terra. Na azáfama do nosso quotidiano, esquecemo-nos de dar tempo ao tempo, de dar tempo aos outros, do nosso tempo.
Um tempo para os outros, um tempo para nós, para as vidas que compõem as nossas vidas. Um tempo que foge sempre ao sabor do vento.
Muitas vidas conhecemos no tempo das nossas vidas. Algumas completam-nos, outras fogem-nos e entregamo-nos ao vazio inesperado e por falta de tempo, julgamo-nos incapazes de abraçarmos decisões e seguir em frente.
Há sempre falta de tempo quando pensamos com a razão e nos esquecemos da compreensão, ou quando o coração se remete a um silêncio perpétuo.

publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:55
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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