Sexta-feira, 23 de Julho de 2004

Não te vejo...

Falo contigo mas não te vejo o rosto não te vejo os gestos, não te oiço a voz, não sinto o teu cheiro o veludo do teu corpo. Não te vejo a cor dos teus olhos, do teu cabelo.
Falo contigo e sinto que algo paira ao meu redor, cativando os meus sentidos abrindo-me a vida para o amor.
Falo contigo e não te vejo o sorriso, o teu doce sorriso, mas imagino quando sorris o luar esconde-se envergonhado.
Falo contigo e sinto-te a minha maneira e na minha simplicidade eu digo-te o que sinto por ti. Mesmo sem te conhecer, sem nunca te ter visto, o meu coração chama por ti para abraçares a minha vida tentando fazê-la feliz.
E quando cai a noite...





Eu estou junto a beira-mar, sentado, olhando a imensidão do mar, oiço a voz do mar, a voz das conchas, o luar logo ali iluminando o mar, então penso em ti. Penso como seria se estivesses sentada ao meu lado ouvindo a voz do mar dizendo que te amo, sim o mar conta-te os meus segredos. Basta abrires o coração para ouvires o meu amor batendo a porta da tua vida.
Cai a noite e faço castelos e corações de areia, escrevo o teu nome na areia molhada, as ondas beijam o teu nome como se eu estivesse a beijar-te, tal é a paixão…
Cai a noite abraçando o meu corpo a beira-mar. Estou só mas desejando o teu toque, o teu cheiro de deusa, sublime encanto que me cativa e alimenta o meu desejo. Despeço-me do mar, olhando o luar, mas antes escrevo uma frase na areia molhada que diz: Eu amo-te.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:38
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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