Sábado, 17 de Junho de 2006

Voando de olhos fechados

Não sei o que direi de mim
sinto-me perdido
Do longe desta paisagem
vejo pássaros voando
vejo sombras de corpos abraçados a tristeza não pedida
Cavalos selvagens perdidos algures. Uma bala corta uma vida
somos a nossa própria destruição.
A nossa emoção. Tenho o peito dorido
Quero gritar. Quero sim e muito.
Quero dizer adeus e ficar ao mesmo tempo
Não tenho lugar, tenho amor.
Cores verdadeiras de olhares que se misturam de afectos
abraços sentidos.
Eu sei que um dia esse meu grito, mudo, cego gritará um nome
Será que terei resposta?

publicado por Ejamour de Carvalhais às 10:30
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3 comentários:
De Mily a 17 de Junho de 2006 às 12:33
Quando gritares... tomara que te chegue ao coração a resposta que esperas.


De lagoa_azul a 17 de Junho de 2006 às 13:50
Fica a certeza que terás a resposta do teu eco...

Se gritares amor, amor ecoará...

Adorei o teu grito silenciado num grito,

Um beijo com carinho


De AP a 20 de Junho de 2006 às 11:29
Faz do teu silêncio a tua voz, do teu olhar as tuas palavras e grita. Grita bem alto.Gosto das tuas palavras. Voltarei. Visita-me em espelhodemim.blogs.sapo.pt verás que também quero gritar. Bjos.


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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