Segunda-feira, 19 de Junho de 2006

Como eu gostava


(foto retirada da net)


Como eu gostava de encontrar
alguém que verdadeiramente
me amasse que nunca ninguém
me odiasse

Como eu gostava

Como eu gostava que no mundo
inteiro não mais houvesse

Guerras
Opressão
Depressão
Não aceitação
Como eu gostava

Como eu gostava que as flores
nunca secassem,

que o vento soprasse sempre
o aroma nítido que a
natureza
nos dá

Como eu gostava

Como eu gostava passear
junto as estrelas,

pintar o Céu de amor
Como eu gostava

Como eu gostava de nunca terminar
este poema
nesta madrugada singela, cobrindo-me com um lençol, a janela entreaberta olhando o luar
Como eu gostava

Como eu gostava que nunca
deixassem
de ler estas
minhas humildes palavras
Como eu gostava

Como eu gostava
de nunca ter um fim...


publicado por Ejamour de Carvalhais às 09:57
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15 comentários:
De Betty Branco Martins a 19 de Junho de 2006 às 14:40
Querido jamour

"Como eu gostava"
que luar
brilhasse em teu olhar
e te embalasse
com poemas d´amor...

Ao redor dos meus cismos
o
nunca
me tocar
tocando
feito brisa
ou vendaval
os outros
ou não!
acredito ter mãos
acredito ter boca
...quando só tenho
uma fonte

"Como eu gostava que nunca
deixassem
de ler estas minhas humildes palavras
Como eu gostava"

de muito desejar
altura e eternidade
talvez a fantasia
de que Existo e Sou.
quando
o querer do
tudo

Vai sorvendo a lua n'água.

Para ti com carinho

Beijinhos


De milpalavrassoltas a 19 de Junho de 2006 às 19:19
Parabens pelo seu Blog!!!
Eu comecei há pouco tempo....


De alice a 19 de Junho de 2006 às 22:48
boa noite, jamour,

agradeço a tua visita

foi um prazer conhecer o teu blog

um beijinho,

alice


De Ana Luar a 20 de Junho de 2006 às 10:54
palavras fortes e uma forte maneira de as exibir... gostei muito... saio revigorada!


De Dark Angel a 20 de Junho de 2006 às 15:35
Como eu gostava de ver o sol brilhar todos os dias e esquecer que um dia fui sombra sem corpo...
Como eu gostava de ter a minha alma de volta em mim...

como todos nós gostavamos que tudo fosse simples e sem dor... mas ninguém consegue... ninguém alcança... todos buscam... quase ninguém chega lá...
À eterna felicidade...

Dark Angel



De Mily a 20 de Junho de 2006 às 15:43
Ah, esses desejos que o coração anseia por ver realizados... uns, tão fáceis de existir! Outros, tão difíceis de se concretizarem! Mas são os desejos que nos impulsionam nesse frequentar da vida, onde vamos construindo sonhos e pontes para alcançá-los. E tu, como ninguém , poeta do amor, sabe como enfeitar teus desejos, como nestes versos tão doces "passear junto as estrelas, pintar o Céu de amor", mas isto tu fazes quando nos ofertas versos tão lindos... e nestes "que nunca deixassem de ler estas minhas humildes palavras", um desejo fácil, meu anjo, pois todos nós adoramos te ler e estaremos sempre aqui perfumando nossa alma com teus versos. Mas quando manifestas o desejo de "nunca ter um fim...", tenho certeza de que sabes que o fim de alguma coisa sempre abre janelas para um recomeçar... por isso, não temas o fim, pois se ele chega é trazendo em si o princípio de alguma outra coisa... muitas vezes infinitamente melhor!

Desculpe ter "passeado" nas tuas palavras... o fiz com o carinho que esse teu refúgio me inspira.

Estou deixando sorrisos, flores e beijos... para enfeitar tua tarde.


De Maria a 21 de Junho de 2006 às 00:32
Como eu gostava do teu gostar, pelo caminho da vida e sempre me encontrar nas coisas mais pequenas.
Está lindo jamour.
Beijinhos
Maria


De Moonlight_Isabell a 21 de Junho de 2006 às 11:02
Ola! Mais um texto lindissimo com bastante sentimento, adorei parabens. Uma optima semana. Beijinhos


De Princess a 21 de Junho de 2006 às 16:17
Aconchego-me no teu lençol de seda
Como eu gostava que o teu sonho esta madrugada,
Nunca tivesse um fim...

Beijo Jam
Princesa


De Laços... a 22 de Junho de 2006 às 14:38
E quem não gostaria de se calar para te ler? ;)
Abraço p'ró Sul!


De carla a 23 de Junho de 2006 às 14:30
Como eu gostava!...
Gostei das suas palavras,
bj


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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