Sexta-feira, 8 de Setembro de 2006

Setembro

Beijo o teu corpo nos meus sonhos,

afagando a tua alma com amor e carinho

Beijo as conchas de várias cores que apanho a beira-mar

marcando os meus pés desalinhados procurando-se na areia

molhada. Molho o corpo, negro, quente pelo Sol que me queima a pele. Tenho nas paredes da alma o teu retrato que me encanta.

Olho o infinito do mar na esperança de ver o teu rosto

Em vão fico a espera... Cegam-me as lágrimas que me beijam o rosto.

sinto-me: Teu... Será?

publicado por Ejamour de Carvalhais às 08:36
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3 comentários:
De Princesa a 8 de Setembro de 2006 às 16:09
Oé Jamour!

Saudades tuas, sabias?
Belo poema o de hoje...mas xô tristeza, sim?
Lágrimas não têm lugar nos nossos rostos...virtuais!
Beijos
Princesa


De tulipa_preta a 8 de Setembro de 2006 às 23:01
Oi Jamour
Jamais desesperes mesmo perante as mais sombrias aflições da tua vida ....pois das nuvens mais negras cai água límpida e fecunda....
Um beijo grande


De Maria a 9 de Setembro de 2006 às 01:11
Olá Jamour.
Dois poemas que dizem tudo...um amor da alma,espelho de mar que bate e não quebra;fica a esperança que nunca é em vão.
Gostei muito de olhar a tua alma.
Beijinhos com sorriso :)
Maria


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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