Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2007

Faz-me deixar de te amar

É uma luta constante que travo contra mim próprio

Batalhas contra inimigos invisíveis, sentimentos que

reviram. Uma morte prematura do tempo que se esquece

de mim nesta dura batalha.

Faz-me deixar de te amar, ensina-me como se faz

nunca aprendi nem nunca soube deixar de amar um grande amor

Vivo numa redoma envolto de solidão  sentida, tu foste

com as asas do tempo, partiste sem um adeus, um olhar, um sorriso,

que poderia guardar nas paredes da minha alma, faria sorrir o meu coração

por uma única vez.

Faz-me deixar de te amar, peço a Deus, aos anjos, peço ao tempo,

minha voz não se ouve, meu grito é mudo. Meu corpo seco como um

roseiral devastado por uma praga de insectos, sou cinza de mim mesmo.

Arde-me o corpo, fogo que nunca se extingue, esse amor que não

sei como deixar de te amar. Ensina-me

Minha vida como um diário

nunca lido,

páginas da vida que desfolho sem marcação, sem numeração

Os dias e as noites perderam o sentido

Faz-me deixar de te amar

sinto-me: deixar de te amar

publicado por Ejamour de Carvalhais às 14:09
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2 comentários:
De Linda a 23 de Janeiro de 2007 às 11:28
Que vida injusta... cheia de sofrimento e dor só queria ser livre...
Beijos!


De Maria a 25 de Janeiro de 2007 às 22:20
Olá Jamour.Tão triste este teu sentir,o amor que cantas na melodia maior é teu,isso é que importa...deixa-o voar para além dos sentidos.
Adorei o teu sentir mesmo assim.
Deixo o meu sorriso de alma.
Beijinhos
Maria


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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