Sábado, 16 de Junho de 2007

Sangue do meu Sangue



Eu tenho as vossas lagrimas marcadas no corpo

Eu tenho o sangue do vosso sangue

Dois corpos que se juntaram... Mae...Pai... 

Talvez a mesma essencia

Eu sou templo de amor

aberto para todos voces.

Voces serao o mesmo?

Eu tenho o vosso sangue gravado

na alma. Corre-me nas veias, como o rio

filho da chuva e da terra.

Eu sou luar... Voces serao o mesmo?

Tudo que me faz ser forte, eu vejo

neste retrato que me acompanha

em todos os lugares em todos os sentires.

Eu serei sempre o amor, 

amor que vos sinto.

Eu serei um dia as cinzas do meu

corpo, e a mesma cinza ira vos amar

como o corpo e alma que vos ama nesse

instante.

Sou mistura, voces sao as mistura.

Eu sou principio, um dia serei o fim

de mim mesmo.

Aonde quer que eu va levar-vos-ei dentro de mim,

neste lugar reservado ao sangue do meu sangue.

Um dia... Talvez um dia...

Sentados todos a mesma mesa

eu irei dizer o quanto vos amo a todos

sem distincao,

com o mesmo coracao

e uma unica certeza...

Aonde quer que voces vao

levam sempre a vossa

alma e o amor que vos tenho.


publicado por Ejamour de Carvalhais às 16:01
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1 comentário:
De Maria a 19 de Junho de 2007 às 01:48
Olá Jamour.
Que belo poema que tens aqui.Adorei,é como se fosse uma homenagem ao amor.
Sangue de amor nos teus olhos e nos olhos de teus pais que na alma estão sempre unidos.
Beijinhos e um sorriso.
Maria


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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