Domingo, 3 de Agosto de 2008

Perdido

Caminhei numa noite de luar

junto ao mar

Descalco senti a areia molhada

nos pes, levava comigo um poema

debaixo do braco, inacabado

trazia comigo o meu momento,

eu era poema

eu era fruto de uma arvore despida.

Um verso de amor dorido

num corpo despido

Tu eras a ilusao

nunca foste a realidade

Eu sou um sonhador de sonhos

perdidos como um poema

que nunca cheguei a terminar

perdi-o algures dentro da minha alma.

 

 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 16:13
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1 comentário:
De marlene a 5 de Agosto de 2008 às 11:03
nunca estás sozinho.


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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