Sábado, 4 de Julho de 2009

O marinheiro do mito

 

Como um marinheiro sem barco, navegando

nas aguas turvas que abracam a vida.

Como arvores de galhos fortes, folhas verdes

aonde as gaivotas fazem seus ninhos a beira-mar.

Eu nao sou triste nem infeliz, sou feliz a maneira dos

anjos e vivo a merce daquele que fez o mundo.

Ondas salgadas de paixao, sereias fazendo amor com

anjos.

Flores como conchas no fundo do mar com petalas de varias cores

brilhando como o Ceu repleto de estrelas.

Marinheiro do mito, trazendo historias, olhos vendados,

lagrimas de saudades, encanto de paixao que se abre

ao mundo de uma mais madrugada salgada.

Eu estou aqui...

Estou ali, junto a espuma que me envolve o corpo.

Perdi meu barco, meu tormento 'e saber que dei tudo

de mim, ha quem de mim levou tudo deixando o nada.

 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:23
link do post | comentar | favorito
|
1 comentário:
De Betty a 5 de Julho de 2009 às 22:23
._________querido Jamour



a tua falta__________eu já tinha sentido!_______fiquei feliz ao ver-te em minha "casa"

...

sempre os teus
sentimentos tão profundos

em.cada_______palavra_____[...]








______________///







beijO_______ternO

bSemana


Comentar post

.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

.pesquisar

 

.Abril 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30


.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.A voz da alma

. Abraço não sentido

. Diferente

. O teu nome

. Eu a ti, pertenço

. Até amanhã

. ... E no natal.

. Eterno

. Um poema só teu.

. Sedução

. Um tempo