Quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Estou aqui.

(Foto retirada da net)

Nao te vi aonde me encontrava

senti a tua presenca ao meu redor.

Pensei que irias falhar o encontro, disseste

por diversas vezes que seria o ultimo, trazias uma

mensagem para mim. Tinhas o rosto coberto, teus olhos

centilantes, fugazes como velas acesas. Tuas maos, feitas do

linho mais puro dos campos verteis que nos cercavam.

Teu corpo de pele macia.  Teus pes entregues a terra humida,

chovia, eu sentia a chuva lavar-me o rosto, cobrindo-me o corpo,

como o carinho do teu abraco.

Nao havia Tempo, nao havia compromissos, tudo parecia

tao suave e inocente, tentei falar, calaste-me com um beijo,

longo e profundo, tentei chamar pelo teu nome, perdi a voz

como que magia dos sentidos ausentes que nos fazem pensar

que ja nao existimos, somos apenas a criacao de um quadro

de um artista sem nome.

Estou diante de ti, esperando que se faca ouvir

a tua voz. Numa cancao sem fim. Eu estou sem mim,

e tu sabes disso. Olhas-me como se eu fosse teu, eu sinto

que sou teu. Eu nao me pertenco, nunca me pertenci, sempre

fui de quem me teve, de quem sentiu a minha essencia.

Continuas... Diante de mim, dizes: Vem, segue-me, faremos de 

nos um so. 

Hesito, confuso.

Se nao me queres, como te quero porque me

pedes para te seguir. Eu vejo nos teus olhos

a esperanca, o conforto emocional.

Sinto nas tuas palavras que as estrelas do meu Ceu

nunca perderao o brilho enquanto olhares-me

como quem olha o infinito com amor. 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 15:49
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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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