Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Como uma casa vazia

(foto:jamour)

Nao sou vento

Nao chuva

dentro de mim,

ha uma ilha deserta,

uma estrada longa

um homem diferente,

tempestades de sentimentos.

Ruas que percorro, pessoas que me

cruzo, coracoes sentidos.

Vejo folhas de jornais espalhadas no

chao, livros vivos numa biblioteca.

Paredes de uma casa vazia envelhecida

pelo o tempo.

 

Eu quero pintar o teu rosto coberto

de um veu transparente neste verde

aonde deposito os meus olhos.

Sombras de arvores,

jardins coloridos,

flores como o arco-iris,

uma crianca sorri num retrato

colorido.

 

Fe solida num tunel de imensa luz,

toma o beijo da razao existencial,

permanece o misterio de corpos invisiveis,

pensamentos ausentes

como uma casa vazia

 

sinto-me:

publicado por Ejamour de Carvalhais às 11:05
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1 comentário:
De Betty a 27 de Setembro de 2009 às 02:16
.___________querido Jamour



{regressada de férias:=}


agradeço a tua visita e palavras



contigo a poesia_____acontece________...

deixa a luz entrar
e
a casa ficará repleta.completa...







beijO_____ternO
b.domingo


Comentar post

.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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