Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Deus de Paz

Rostos cobertos de negro,

sobressaem olhos vivos.

Velas acesas espalhadas

no chao sagrado.

(foto:Jamour)

O teu Deus 'e a tua paz.

Fruto divino que te alimenta

a alma. Porque matas o teu irmao

em nome de Deus se a tua patria

'e de uma bandeira branca icada ate ao

Ceu.

Momentos fingidos albergam

sentimentos de puro odio.

O hoje nao tem olhos para o amanha.

Crencas indignas,

escrituras deturpadas,

vazio humano como o arranha-ceus de uma

cidade que vive com medo do proprio medo.

Desencanto,

refugio amargo de um monge,

separacao do trigo e do joio,

fomentando a violencia

de um Deus de paz.

sinto-me: Vivo

publicado por Ejamour de Carvalhais às 16:35
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2 comentários:
De Betty a 8 de Outubro de 2009 às 22:34
.________querido Jamour


.amei o teu poema

...

____...das nossas vozes
que reclamam perguntas
.ritmadas com a melancolia_____de outros mundos
.ou outras profundidades
.ou até mesmo
.outras________{in}verdades




____________________///








beijO_______ternO


De namibiano a 11 de Outubro de 2009 às 09:29
Gostei, dá para reflectir.
Parabéns, kandandu.


Comentar post

.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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