Quinta-feira, 22 de Setembro de 2005

Corpos...

Corpos despidos


Corpos torturados pelo prazer


dois corpos juntos fazendo um só corpo


sussurros no ouvido, unhas cravadas na pele


doce loucura, doce cobiça. Entrega total.


Há apenas o silêncio do amor. Numa simples frase.


Dá-me o teu corpo. Dá-me a tua loucura


e eu serei louco por ti neste momento que meu corpo


é teu corpo teu corpo é meu corpo.


 


 


publicado por Ejamour de Carvalhais às 12:40
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6 comentários:
De Anónimo a 16 de Outubro de 2005 às 15:24
Fikei sem palavras ao ler este poema.É de uma sensualidade magnética e profunda.Parabens,pq tens uma sensualidade fora de série.soraia
</a>
(mailto:soraiasamira@sapo.pt)


De Anónimo a 26 de Setembro de 2005 às 00:03
Belo e intenso esse poema onde a volúpia, a sensualidade e a explosão do desejo se faz numa entrega plena de corpos que se habitam por um momento apenas... e descobrem a eternidade!Mily
(http://calunguinha.blogs.sapo.pt)
(mailto:calunguinha13@hotmail.com)


De Anónimo a 23 de Setembro de 2005 às 08:56
Jamour...belo poema pleno de amor e erotismo...gostei...sempre fiel ao seu estilo. mas com algumas nuances mais arrojadas...estás no bom caminho, menino lindo das letras...piedadearaujosol
(http://olharemtonsdemaresia.blogspot.com)
(mailto:piedadesol@netmadeira.com)


De Anónimo a 23 de Setembro de 2005 às 01:37
Lindíssimo... mas porque será que a vida não pode ser simplesmente assim? Por não haver sempre amor... talvez... bjsBrigida
(http://africadetodossonhos.blogspot.com)
(mailto:brigidabrito@netcabo.pt)


De Anónimo a 22 de Setembro de 2005 às 16:53
Intenso este seu poema. Bom trabalho. Gostei de o ler. Beijinhos.Maria do Céu
(http://www.maisquepalavras.blogs.sapo.pt)
(mailto:mariaceucosta@sapo.pt)


De Anónimo a 22 de Setembro de 2005 às 16:49
LINDO.....Teresa
</a>
(mailto:teresaliz@sapo.pt)


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.Autor:Ejamour de Carvalhais

Não sou poeta, nunca fui, nunca desejei sê-lo. Sou apenas amante das palavras... Nesta folha negra deposito o que a minha alma me diz ao ouvido. Voz singela, de veludo, encanto que sinto a devorar-me o corpo. Rendo-me a simplicidade sentida da minha Alma, Fé, Essência que me guia na luz do amor. (Obrigado pelas visitas e comentários...)

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